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Conheça cinco personagens curiosos do folclore brasileiro

Por ser parte integrante da cultura de um país, a Unesco considera o folclore Patrimônio Cultural Imaterial e objeto que demanda esforços para preservação. Ao mantê-lo vivo e presente na sociedade, garantimos que as próximas gerações desfrutem o encantamento que ele tem proporcionado de geração em geração.

No Brasil, há até uma data instituída como Dia do Folclore. É em 22 de agosto, uma referência ao dia, em 1946, que foi publicada uma carta do escritor inglês William John Thoms, na revista The Atheneum e que trazia o termo criado por ele: folk (povo) e lore (conhecimento, saber).

Boitatá, Curupira, Saci, Iara, Boto Cor-de-Rosa, Lobisomem são alguns famosos personagens do folclore brasileiro, considerado um dos mais ricos do mundo. Há muitos outros, tanto que o portal Sites e Dicas traz um resumo dos principais mitos, lendas e personagens classificados por estados. Vale a pena acessá-lo para ler com as crianças as histórias.

Na lista a seguir, reunimos cinco curiosos personagens do folclore brasileiro:

Benefícios do uso da realidade aumentada na educação

Provavelmente você já notou que a tecnologia faz parte do processo de aprendizagem do seu filho. E isso não acontece apenas por conta da quarentena provocada pela pandemia da Covid-19 e as aulas on-line. Esta revolução fazia (e continuará fazendo) parte das aulas presencias, afinal, fluência digital está entre as habilidades que compõem o cidadão do século XXI.

O modelo de educação evoluiu, trouxe novas experiências e, agora, os próprios alunos aprendem e constroem soluções usando fundamentos e ferramentas tecnológicas. E eles vão longe neste processo.

Tanto que no último dia 13 de julho, durante o evento mundial da Apple Distinguished Educators (ADEs) foi lançado o livro Laboratório de Design Educacional Criativo: Práticas e Reflexões que, entre outras práticas, conta com uma de Coding criada pelos alunos do Y7 da Escola Bilíngue Pueri Domus e que usa Realidade Aumentada (RA). A atividade recebeu o nome de Interacting with Augmented Reality e os alunos utilizaram a programação aprendida na aula para interagir com objetos em RA.

Como esta é uma tecnologia que integra elementos do mundo real com o virtual, usando câmeras ou sensores, ela permite interação e novas alternativas para executar tarefas. Na educação, o recurso traz muitos benefícios.

Conheça a seguir alguns deles:

Benefits of using augmented reality in education

You have probably noticed that technology is part of your children’s learning process. And this is not just because of the distance learning required during the Covid-19 pandemic. This revolution was already (and will continue being) present in face-to-face classes. After all, digital literacy is one of the skills of 21st-century citizens.

Education has evolved and incorporated new experiences, and now students themselves learn and build solutions using technology principles and tools. And they go a long way in this process.

So much so that the book Creative Educational Design Laboratory: Practices and Reflections, launched on July 13 at the Apple Distinguished Educators (ADEs) world event, features among other activities a coding practice created by Y7 students of Escola Bilíngue Pueri Domus that uses augmented reality (AR). The activity was called Interacting with Augmented Reality and students used the programming knowledge acquired in class to interact with objects in AR.

As this is a technology that combines elements of the real and virtual worlds using cameras or sensors, it allows interaction and new alternatives to perform tasks. This resource offers many benefits in education.

Some of them are:

Como incentivar o hábito da leitura em crianças e jovens

A leitura é um hábito que deve ser cultivado nas crianças e adolescentes. Mas, diante de tantos outros estímulos, como o tablet, o smartphone e as plataformas de streaming de filmes e músicas, muitas vezes os livros acabam ficando de lado. Nesse caso, os pais têm um papel fundamental para que os filhos aprendam a reservar um tempinho para a leitura e que isso se torne um costume prazeroso na vida adulta.

As crianças aprendem a ler em torno dos 5 e 6 anos de idade, porém, faz toda a diferença se elas forem expostas ao mundo da leitura antes mesmo da fase de alfabetização. Para isso, as famílias podem aproveitar o comportamento infantil natural de observação e de imitação das atitudes dos pais para mostrar que ler pode ser algo gostoso e divertido.

Caso a criança chegue à adolescência sem despertar o gosto pela leitura, os pais podem intervir para tentar reverter a situação. Veja algumas dicas para estimular o gosto pela leitura em seus filhos:

How to encourage children and youngsters to read

Reading is a habit that should be encouraged in children and adolescents. However, given the great number of resources competing for their attention, such as tablets, smartphones and movie and music streaming platforms, books often end up being left aside. In this case, parents play a key role in teaching their children set some time aside for reading and thus develop an enjoyable habit for life.

Although children learn to read around the age of five or six, it makes all the difference if they are exposed to the world of reading even before the literacy phase. To this end, families can exploit their natural behavior of observing and imitating their parents’ attitudes to show that reading can be fun and enjoyable.

If children reach adolescence without having a developed a taste for reading, parents can intervene to try to reverse the situation. Here are some tips to encourage your kids to enjoy reading:

Leitura e interpretação de texto são mesmo o segredo do vestibular?

Por mais que leitura e interpretação de texto sejam atividades diferentes, elas inevitavelmente se complementam. Quando fechamos um livro e abrimos o seguinte, estamos praticando a leitura. Já quando dedicamos alguns minutos a mais para compreender os significados das palavras e suas relações com nossa vida e com o mundo ao redor, estamos interpretando o texto.

Agora, pense bem: com o volume de livros, anotações e exercícios que seu filho lê diariamente na escola, fica bem mais difícil absorver qualquer conhecimento após uma simples leitura com os olhos, não acha?

O que tanto os pais como os filhos precisam entender é que leitura e interpretação de textos são habilidades indispensáveis para um bom aproveitamento escolar e, consequentemente, para os estudos pré-vestibulares. Que tal compreender como praticar ambos e, assim, garantir um melhor aproveitamento nos estudos do seu filho? Então, acompanhe!

OS SEGREDOS DA LEITURA PARA O VESTIBULAR

A essa altura, você já deve saber que simplesmente acompanhar as aulas não é o suficiente para que seu filho tenha o devido aproveitamento nos estudos, certo? Realmente, muitos outros detalhes são fundamentais na melhor compreensão dos jovens, como:

• fazer anotações em sala de aula;

• elaborar resumos do que foi estudado no dia;

• ler e reler, em voz alta, os resumos e as anotações;

• estudar em horários e ambientes tranquilos, propícios à concentração.

Se observar bem, verá que todas as dicas têm algo em comum: o reforço à leitura. Por isso é que, desde os primeiros estágios da infância, incentivar a leitura é fundamental para o desenvolvimento dos jovens. E durante seu crescimento não é diferente!

A compreensão do que é lido facilita tanto os estudos quanto a realização de provas, já que os enunciados ficam mais claros e as conexões mentais para respostas, mais esclarecedoras. Por isso, a leitura e a interpretação de texto são, sim, grandes segredos para o vestibular.

AS MELHORES FORMAS DE TRABALHAR A LEITURA

É fato: leitura é hábito. Por isso, quanto mais praticamos, melhor nos relacionamos com as palavras. Não à toa, é um dos trunfos para seu filho arrasar nas redações dos vestibulares de forma geral. Mas sabia que, no Brasil, a quantidade de jovens considerados capazes de entender e se expressar por meio de letras e números é baixíssima?

Segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), apenas 8% das pessoas em idade para trabalhar se enquadram nesse quesito — que engloba desde a elaboração de e-mails à produção de textos argumentativos e descritivos.

Qual a melhor tática? Fazer com que o exercício da leitura esteja enraizado no dia a dia! Só isso já ajuda (e muito) a melhorar esse índice, além de também aumentar as chances de fazer com que os jovens obtenham resultados ainda melhores nos vestibulares.

Para isso, seja você o elo entre seu filho e a leitura, por meio de algumas dicas práticas! Veja:

Incentivo

Comece apresentando livros do interesse dele, sejam romances ou histórias em quadrinhos. Com o tempo, insira mais variedade ao conteúdo, incluindo até clássicos da literatura. E que tal aproveitar para acrescentar aqueles títulos tão famosos nas listas dos vestibulares?

Atualização

O mundo está sempre borbulhando notícias, nacionais e internacionais. E são os jornais (impressos ou digitais) as grandes fontes de informação do cotidiano, não é mesmo? Confira se o seu filho está atualizado sobre o que acontece do lado de fora do seu lar, conversando com ele sobre temas da atualidade e o instigando a buscar as informações que desconhece. Afinal, não há nada melhor do que um jovem conhecedor da realidade global para encarar os vestibulares!

Vocabulário

Ampliar o vocabulário é um ótimo passo no caminho da melhor compreensão de textos. Por isso, um dicionário sempre à mão já é um atalho para que os jovens procurem por palavras e sinônimos enquanto atualizam sua leitura diária. Com o tempo, o repertório do seu filho se enriquecerá, o que é essencial tanto para a leitura quanto para a produção de textos.

O FUNCIONAMENTO DA INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

Com a leitura firmemente presente no dia a dia, chega a hora de trabalhar a interpretação de textos. E por mais que essa habilidade surja naturalmente a partir do interesse pela leitura, ela também pode ser aprimorada.

O caminho para melhorar leitura e interpretação de textos segue os seguintes passos:

Leitura prévia

Não adianta exigir que o seu filho leia sobre a problemática filosófica dos sofistas, por exemplo, se ele não possui o menor conhecimento sobre a filosofia em si. Por isso, para qualquer que seja o tema estudado, o ideal é que o jovem faça uma leitura prévia sobre o assunto, o que contribuirá para uma enorme diferença na compreensão dos textos.

Compreensão

Quando já se entende ao menos um pouco sobre o objeto do estudo, a compreensão é facilitada. É nessa etapa, contudo, que seu filho não só pode como deve se deparar com informações novas e reconhecer algumas que já conhecia. É a lógica por trás do clássico “entendi, mas não compreendi”.

Interpretação

É aqui que os pais podem ser fundamentais. Após a leitura e o entendimento dos textos, você pode ajudar seu filho a conversar com as informações adquiridas, fazendo simples perguntas.

• Qual é o objetivo deste texto?

• Com quem ele dialoga e por quê?

• Como você pode usar as informações adquiridas?

• A quais conclusões chegou após a leitura?

As respostas para tais perguntas ajudam a estimular o pensamento crítico do leitor, algo imprescindível não apenas para os jovens durante o período pré-vestibular, mas em todas as etapas da vida. Pensando nisso, o quanto antes essas informações estiverem fundamentadas na mente do seu filho, mais rápido ele vai aprender a levar o hábito para as horas de estudo!

APLIQUE LEITURA E INTERPRETAÇÃO À REDAÇÃO

Como já dissemos, a leitura e compreensão de textos é uma das chaves para o sucesso na redação. Seu filho pode ter ido muito bem na prova, mas basta uma falha de interpretação dos textos de orientação da redação para fugir ao tema, zerar a prova e adiar em mais um ano o ingresso no ensino superior.

Para que seu vestibulando alcance as melhores pontuações, selecionamos algumas dicas de aplicação prática dos conceitos que compartilhamos neste post. Confira!

Exercite o pensamento crítico em conjunto

Para estar bem preparado para redigir uma boa redação no dia da prova, o ideal é exercitar a escrita ao menos uma vez por semana. Quer turbinar a qualidade da produção de texto do seu filho? Proponha um exercício conjunto!

No início da semana, sugira um tema e selecione dois textos relacionados. Você pode se inspirar em artigos de opinião de jornais ou outras notícias. Compartilhe o texto com seu filho e estipule um prazo para a leitura. Marque um dia (pode ser um momento na hora do almoço ou do jantar) para conversarem sobre o assunto.

Instigue o debate e, se preciso, faça as vezes de “advogado do diabo” para estimular o aprofundamento de argumentos. Se faltarem dados para embasar as posições, ajude seu vestibulando, levantando informações relacionadas. Vocês podem trocar esses dados até mesmo pelas redes sociais ao longo da semana.

No sábado, proponha uma nova leitura do tema e textos de apoio para que, em seguida, seu filho faça uma redação. Assim que terminar, leia atentamente o que ele escreveu e aponte os seus pontos fortes e fracos.

Essa é uma excelente maneira de participar da preparação do adolescente. Além de mostrar o quanto se importa com o momento pelo qual ele passa, também é uma oportunidade para se conhecerem melhor e ampliarem o diálogo em família. Outras técnicas podem ser aplicadas a esse exercício ou ainda implementadas em diversas atividades. É o que veremos a seguir.

Ensine como identificar a ideia central

Após verificar o tema, é importante ler atentamente os textos de apoio para compreender a ideia central. Oriente seu filho a começar a bateria de provas por essa parte. Assim, enquanto realiza as demais questões, o subconsciente continua a trabalhar, estabelecendo conexões e amadurecendo a interpretação do conteúdo. Depois, é válida uma segunda leitura para confirmar a interpretação do tema proposto.

Separe fatos de opiniões

Extraída a ideia, é o momento de selecionar o que são dados e quais as partes que expressam a opinião do autor. Mostre como os fatos podem ser usados para dar suporte a uma posição. Para explicar como distinguir dado de opinião de maneira simples, apresente a diferença de uma sentença que pode ser comprovada versus a que pode ser refutada.

Levante hipóteses

Incentive seu filho a pensar se concorda ou não com o posicionamento do texto e o que o leva a tais conclusões. Ajude-o a traçar as hipóteses que deverá defender de forma breve em cada parágrafo, em um encadeamento lógico.

Como você pôde ver, leitura e interpretação de texto são, sim, fundamentais no processo de estudo para os vestibulares. E essa é apenas uma das formas com que você pode contribuir para que seu filho aproveite ainda mais suas horas de estudo. Aos pais, cabe o poder de incentivar, instigar e aguçar a curiosidade dos filhos para que busquem sempre mais.

Are reading and comprehension really the key to success in university entrance exams?

Reading and comprehension are complementary activities. When we close one book and open another, we are practicing reading. When we take a few more minutes to understand the meanings of words and their relationship to our lives and the world around us, we are practicing comprehension.

Now, think about it: with the amount of books, notes and exercises that your children read daily at school, it is much more difficult to absorb knowledge by simply skimming over the text, right?

What both parents and children need to understand is that reading and comprehension are indispensable skills for good school performance and, consequently, for success in university entrance exams. How about understanding how to practice both and thus ensure a better performance in your children’s studies? So read on!

THE SECRETS OF READING FOR ENTRANCE EXAMS

By now you probably know that simply attending classes is not enough for your children to get the best out of their studies, right? Indeed, many other details are essential to this end, such as:

• taking notes in class;

• summarizing what was studied;

• reading and rereading summaries and notes aloud;

• studying in quiet environments, conducive to concentration.

You will note something in common in all these tips: they involve reading. That is why, since the early stages of childhood, encouraging reading is key to the development of young people. And later on it is no different!

Comprehending what has been read helps in both studying and taking exams, as the questions become clearer and the mental connections to produce answers are more evident. Therefore, reading and comprehension are indeed the key to success in university entrance exams.

THE BEST WAYS TO DEVELOP READING SKILLS

It is a fact: reading is habit. So the more we practice, the better we relate to words. Not for nothing, it is one of the trump cards for your children to ace writing tests in general. But did you know that, in Brazil, the number of young people considered capable of understanding and expressing themselves through letters and numbers is very low?

According to the Functional Literacy Indicator (Inaf), only 8% of people of working age meet this requirement − which ranges from writing e-mails to producing argumentative and descriptive texts.

What is the best strategy? Making reading a part of everyday life! This alone helps (a lot) to improve this skill, as well as increasing the chances of youngsters achieving even better results in entrance exams.

Therefore, become the link between your children and reading by following some practical tips! Here they are:

Encouragement

Start by introducing books that interest them, whether novels or comic books. Over time, add more variety, including even literature classics. And how about taking the opportunity to add those standard titles of entrance exams?

Current affairs

The world is always bubbling with news, national and international. And newspapers (print or digital) are the great sources of information in everyday life, right? Check whether your children are abreast of what happens outside their home, talking to them about current affairs and encouraging them to seek information they don’t know. After all, there is nothing better than a young person aware of the global reality to face entrance exams!

Vocabulary

Expanding vocabulary is a great step on the way to better reading comprehension. For this reason, a dictionary always at hand is already a shortcut for young people to search for words and synonyms while updating their daily reading. Over time, your children’s repertoire will be enhanced, which is essential for both reading and writing.

HOW READING COMPREHENSION WORKS

With reading firmly rooted in everyday life, it is time to work on comprehension. And as much as this skill arises naturally out of an interest in reading, it can also be improved. The path to improve reading comprehension comprised the following steps:

Pre-reading

There is no point in asking your children to read about the philosophical problems of the sophists, for example, if they have no knowledge about philosophy itself. Therefore, whatever the topic studied, the ideal thing is for youngsters to do previous reading on the subject, which will make a huge difference to comprehension.

Recognition

Knowing a little about the subject in question helps in recognizing it. At this stage, however, your children will come across information that is totally new and information they already recognize.

Comprehension

This is where parents can play a key role. After the reading and recognition steps, you can help your children talk about the acquired information by asking simple questions:

• What is the purpose of this text?

• Who is the audience and why?

• How can you use the information acquired?

• What conclusions did you reach after reading it?

The answers to these questions help stimulate critical thinking, which is essential not only for youngsters taking university entrance exams but in all stages of life. The sooner such information is embedded in your children’s mind, the faster they will learn to apply the habit to their studies.

APPLYING READING COMPREHENSION TO WRITING

As we have already mentioned, reading comprehension is one of the keys to success in writing. Your children may have done very well in the exam, but a single mistake in comprehending the supporting texts can be enough for them not to address the writing question properly, get a low grade and postpone university for yet another year.

For your children to achieve the best scores possible, we have selected some practical tips for applying the concepts we share in this post. Check them out!

Practice critical thinking together

To be well prepared to write a good essay on the day of the exam, your children should practice writing at least once a week. Do you want to boost the quality of their writing? Propose a joint exercise!

At the beginning of the week, suggest a theme and select two related texts. You can seek ideas in opinion articles from newspapers or other media outlets. Share the text with your children and set a deadline for reading. Set a day (it may be at lunch or dinner time) to talk about it.

Instigate the debate and, if necessary, play “devil’s advocate” to encourage further discussion. If there is a lack of data to support opinions, help them by collecting related information. You can even exchange these data via social media throughout the week.

On Saturday, propose a new reading of the topic and supporting texts for your children to write an essay. Once they have finished, read carefully what they wrote and point out the strengths and weaknesses.

This is an excellent way to participate in their preparation. Besides showing how much you care about the moment they are experiencing, it is also an opportunity to get to know each other better and expand the family dialogue. Other techniques can be applied to this exercise or implemented in several activities. That’s what we’ll see next.

Teach how to identify the main idea

After checking the topic, it is important to read the supporting texts carefully to understand the main idea. Instruct your children to start the exam with that. Thus, while they are answering other questions, their subconscious continues working, establishing connections and maturing the comprehension of the content. Then, a second reading can confirm the comprehension of the proposed theme.

Separate fact from opinion

Once the main idea is identified, it is time to select what is fact and which is the author’s opinion. Show how facts can be used to support a position. To explain how to distinguish data from opinion in a simple way, show the difference between a sentence that can be proven versus one that can be refuted.

Raise hypotheses

Encourage your children to think about whether or not they agree with the author’s position and what leads them to such conclusions. Help them to outline the hypotheses they will have to briefly support in each paragraph, in a logical chain.

As you see, reading comprehension is indeed essential in the study process for entrance exams. And this is just one of the ways you can help your children make the most of their study hours. Parents have the power to encourage, instigate and sharpen their children’s curiosity so that they always seek more.

4 dicas para seu filho se dar bem na redação

A prova de redação talvez seja o mais temido dos desafios que os estudantes precisam enfrentar no finalzinho do Ensino Médio, quando prestam vestibular. E não é por menos! A capacidade de saber se expressar bem pela escrita será cobrada durante toda a carreira do futuro universitário, independentemente da área escolhida.

Com tantos motivos para se preparar com o máximo de cuidado para essa prova, só resta agora ficar de olho nas nossas dicas para que seu filho se saia muito bem e leve à habilidade da escrita para a vida toda! Então vamos conferir?

REFLETIR SOBRE O QUE LÊ

Não é novidade para ninguém que a leitura é essencial para melhorar a escrita, não é mesmo? De fato, quanto mais se lê, mais vocabulário, articulação e familiaridade com a norma padrão da gramática se adquire. Além disso, conhecer pontos de vista diferentes por meio de livros, notícias, artigos e até blogs é essencial para ajudar seu filho a desenvolver outra habilidade fundamental para se dar bem na prova de redação: o senso crítico.

Uma das competências exigidas nas provas é que o estudante saiba formar uma opinião e argumentar para defendê-la. Sendo assim, deixar-se levar pelo pensamento predominante, seja na mídia ou mesmo entre os amigos, provavelmente não será suficiente. Para conquistar uma nota campeã na redação, será preciso refletir e construir um raciocínio que vá além da média, conjugando diferentes perspectivas a respeito do tema para eventualmente chegar a uma conclusão que supere as expectativas.

Levando tudo isso em conta, além de ficar por dentro das atualidades do país e do mundo, é interessante consultar diferentes fontes, debater com pessoas diferentes e estar sempre aberto a pontos de vista que (ainda que distintos e, inclusive, discordantes) ajudem a evoluir ideias e argumentos.

PRATICAR BASTANTE

Tirar a nota máxima na prova de redação de um vestibular não é nada fácil. As dicas de quem tirou total, no entanto, têm um ponto em comum: muita prática e persistência. Alguns chegaram a escrever mais de um texto por semana durante um ano antes do grande dia, tudo para ficarem craques na escrita.

Portanto, independentemente do nível do seu filho quando o assunto é redação, para se aproximar da nota total é preciso treinar muito. Dentro do formato dissertativo-argumentativo, dá para praticar escrevendo sobre os temas dos últimos exames, sobre assuntos em alta na mídia ou mesmo sobre tópicos de interesse pessoal, como uma teoria a respeito de um seriado ou a crítica a um livro.

Depois, é primordial contar com o feedback de um adulto (de preferência, um professor) para entender o que pode ser melhorado e o que deve ser aproveitado nos textos futuros. Dessa maneira, o estudante pode ir se acostumando com o gênero textual cobrado na prova, aprendendo com seus próprios erros e, ainda, aumentando sua capacidade de escrever melhor e em menos tempo.

APRENDER A GERENCIAR O TEMPO

Por falar em tempo, esse é outro aspecto importantíssimo das provas de redação. Isso porque, na hora do exame, seu filho terá que dividir as horas disponíveis para o teste de conhecimento com a escrita da redação. Nesse caso, administrar bem o tempo é imprescindível. E para ajudar nesse desafio, sugerimos que ele:

• Realize simulados completos, reproduzindo os dias de prova, para ter ideia de quanto tempo gasta em cada etapa ao considerar também o cansaço acumulado na maratona;

• Planeje com antecedência (e com base no que observou em seus simulados) quanto tempo pretende gastar em cada etapa do exame, estabelecendo um limite para as questões mais difíceis e deixando uma folguinha para voltar a elas ao final;

• Monte um rascunho do que pretende escrever na redação antes de começar as provas objetivas, de modo a ganhar mais velocidade caso falte tempo no fim.

EVITAR O ZERO

Calma, antes que seu filho se assuste com esta possibilidade e acabe se atrapalhando em função do nervosismo, é bom saber quais são os motivos que podem levar alguém a tirar zero na redação. Assim, além de deixar a folha de resposta da redação em branco, também pode zerar a prova o estudante que:

• Ignorar o tema proposto, escrevendo sobre qualquer outro assunto;

• Escrever um texto que não obedeça ao formato dissertativo-argumentativo (como um poema, uma lista ou uma narrativa);

• Não passar o texto para a folha de redação em caneta preta (deixando a lápis, por exemplo);

• Redigir um texto em tamanho menor ao mínimo solicitado para a prova;

• Desenhar no texto, escrever palavras ofensivas ou trechos desconexos do restante do conteúdo (como nos casos em que certos jovens transcreveram hinos de times de futebol e receitas culinárias na redação), o que podem levar a banca a acreditar que o estudante tem a intenção anular a prova;

• Formular argumentos e apresentar opiniões em desrespeito aos direitos humanos.

Salvo esses poucos erros fatais, não há motivo para seu filho zerar a prova. Com as nossas outras dicas, refletindo para aumentar cada vez mais sua capacidade de argumentação e se dedicando para melhorar suas habilidades, ele com certeza terá grandes chances de conquistar uma boa nota na redação.

Four tips for your child to write well

The writing test of university entrance exams is possibly the most feared challenge that students must face at the end of High School. No wonder! The ability to know how to express themselves well in writing will be required throughout their university life, regardless of the field of choice.

With so many reasons to prepare with the utmost care for this test, it’s a good idea to check out our tips for your child to do well and develop writing skills for life! Ready?

READ AND REFLECT

It is no news to anyone that reading is key to improving writing. In fact, the more you read, the more vocabulary, articulation and familiarity with standard grammar you acquire. In addition, knowing different points of view through books, news, articles and even blogs is essential to help your child develop another key skill to do well in the writing test: critical thinking.

One of the skills required in these tests is knowing how to develop a personal opinion and argue to support it. Therefore, letting themselves get carried away by the mainstream way of thinking, whether in the media or even among friends, will probably not be enough. To earn a high grade in writing, it will be necessary to reflect and develop a reasoned argumentation that goes beyond the average, combining different views on the topic to eventually reach a conclusion that exceeds expectations.

Taking all this into account, in addition to keeping abreast of current events in Brazil and the world, it is interesting to consult different sources, debate with different people and always be open to points of view that (although different and even discordant) help develop ideas and arguments.

PRATICE A LOT

Getting the top grade in the writing test is not easy. The tips from those who aced it, however, have one thing in common: lots of practice and persistence. Some even wrote more than one text a week for a year before the big day, all to become master writers.

Therefore, regardless of your child’s level when it comes to writing, coming close to the top grade requires a lot of practice. For the argumentative essay, one can practice writing on the topics of the most recent tests, hot topics in the media or even topics of personal interest, such as a theory about a series or a book review.

Then it is essential to have feedback from an adult (preferably a teacher) to understand what can be improved and what should be used in future essays. That way students can get used to the type of writing required in the test, learning from their own mistakes and enhancing their writing skills in less time.

LEARN TO MANAGE TIME

Speaking of time, this is another very important aspect of writing tests. That is because, when taking the exam, your child will have to divide the hours available between the knowledge tests and the essay. In this case, managing time well is essential. And to help with this challenge, we suggest that they:

• Take complete mock tests to get an idea of how much time to spend on each part, also considering accumulated tiredness;

• Plan ahead (based on what they observed in the mock tests) how much time to spend on each part of the exam, setting a limit for the most difficult questions and leaving a little leeway to return to them at the end;

• Write a draft of the writing test before starting the knowledge tests to make sure there is enough time.

AVOID A ZERO GRADE

Before your child freaks out with this possibility and ends up getting very nervous, it’s good to know the reasons why someone can get a zero in writing. Thus, in addition to leaving the essay answer sheet blank, the other situations are:

• Ignoring the question and writing about any other subject;

• Not following the format of an argumentative essay (like writing a poem, a list or a narrative);

• Not copying out a final version in black pen (leaving it in pencil, for example);

• Writing fewer words than the minimum requires;

• Drawing in the text, write offensive words or including unconnected passages (such as the students who wrote soccer team anthems or recipes), which can lead the examiners to believe the student intended to cancel the test;

• Develop arguments and present opinions that do not respect human rights.

Apart from these few fatal errors, there is no reason for your children to get a zero grade. With our other tips, reflecting to enhance their capacity for argumentation and dedicating themselves to improving their skills, they will certainly have great chances of getting a good grade in the writing test.

Como escolher a melhor escola para cursar o Ensino Médio?

O ingresso no Ensino Médio é também um momento de muitas dúvidas sobre o futuro tanto para os próprios estudantes como para seus pais. E os questionamentos vão bem além da profissão ideal a seguir, focando principalmente na seleção da melhor escola para preparar os jovens para o vestibular. A maior parte dos pais acaba tomando essa decisão por influência de indicações de amigos ou mesmo pelo apelo mercadológico que certas instituições exercem. Mas a verdade é que esses critérios definitivamente não garantem a escolha da escola ideal.

Antes de mais nada, é preciso ter em mente que cada aluno, assim como cada família, tem necessidades distintas. Dessa forma, uma escola considerada boa para alguns pode não ser necessariamente adequada para muitos outros. Além do mais, já parou para pensar que ser conhecido no mercado depende de vários fatores e não apenas da qualidade da educação oferecida?

Pensando exatamente nas dificuldades desse processo é que resolvemos listar aqui algumas perguntas que devem ser feitas nessa fase. Então faça agora mesmo sua checklist e leve seu caderninho sempre que for conhecer uma nova instituição de ensino com seu filho! A escola que responder de forma satisfatória à maioria das questões (ou, de preferência, a todas) certamente será uma ótima escolha. Vamos lá?

COMO É O CLIMA ENTRE OS FUNCIONÁRIOS?

Quando se entra em uma escola pela primeira vez, o clima entre os colaboradores costuma ser facilmente perceptível. Então repare: a interação entre eles é alegre e amistosa ou eles conversam pouco entre si, de forma pesada e com o semblante carregado? É importante prestar atenção a esse aspecto porque o modo como os funcionários (com os professores incluídos) interagem entre si muito provavelmente será parecido com a forma como vão interagir com os alunos. E como ambientes mais alegres e cooperativos favorecem o aprendizado e a motivação, o ideal é priorizar esse ambiente, certo?

Um detalhe que também deve ser observado é como os próprios estudantes interagem, até porque esse fator é, muitas vezes, uma consequência do anterior. Assim, escolas em que os funcionários se respeitam tendem a ter alunos que não só respeitam uns aos outros como que também respeitam os colaboradores! Primeiro item da checklist, então, é ficar atento às relações interpessoais no ambiente da escola, que são um bom termômetro de tudo o que virá a seguir.

EXISTE UM PROGRAMA EFETIVO VOLTADO AO ENSINO DE INGLÊS?

Antes um enorme diferencial na formação dos alunos, pode-se dizer que, hoje, o inglês é muito mais que isso. O domínio da língua se tornou requisito indispensável para a maior parte dos profissionais que ingressam no mercado de trabalho, tanto que atualmente deve fazer parte do currículo de todas as escolas de Ensino Médio. Mas será que esse ensino é realmente efetivo?

Por incrível que pareça, é extremamente comum verificar que, por mais que a escola conte com um programa direcionado ao ensino de inglês, a metodologia não se mostra efetiva. Isso acontece porque aprender um idioma vai muito além do estudo de gramática ou de responder a questões estáticas em uma apostila. É preciso oferecer ao estudante opções de interatividade com o inglês, para que ele possa se tornar realmente fluente.

Por essas e outras é que os pais precisam ter conhecimento de que há instituições que oferecem a opção de educação bilíngue desde cedo ou que incluem o inglês também no currículo complementar, indo além da grade regular. E como esse é um critério muito importante na hora de escolher a melhor escola para passar no ENEM, vale a pena incluir esse tópico na sua checklist.

COMO A TECNOLOGIA É EMPREGADA NO DIA A DIA?

De nada adianta oferecer qualquer tipo de resistência, porque é fato mais que estabelecido que vivemos em uma época de constante (e crescente) evolução tecnológica. Mas enquanto muitos pais ainda têm dificuldade em se adequar, a juventude não só reage a esse cenário com muita rapidez como demostra grande interesse por toda essa revolução.

Nesse contexto, uma escola que apresentar ao aluno novas ferramentas tecnológicas de aprendizagem conseguirá se aproximar mais facilmente dos estudantes. Isso sem contar, claro, no proveito que essas ferramentas têm para o aprendizado. Acrescente ao menos mais algumas perguntas à sua listinha: a escola oferece uma rede de wi-fi para acesso via dispositivos móveis (celulares e tablets), além de indicar e efetivamente adotar softwares e aplicativos que facilitam os estudos?

A QUANTIDADE DE ALUNOS EM SALA DE AULA É RAZOÁVEL?

A lógica não é complicada: quanto menos alunos há na sala de aula, mais voltado para as individualidades dos estudantes será o ensino. Mas existe aí uma pegadinha, viu? Enquanto salas muito cheias criam situações de estresse para professor e alunos, resultando em um ambiente pouco propício ao aprendizado, salas extremamente vazias não favorecem o desenvolvimento de aspectos relevantes para o preparo dos jovens rumo a uma futura profissão, como sociabilidade, divisão de tarefas e trabalho em equipe. Assim, o ideal é encontrar um meio-termo saudável. Anotado?

EXISTE UM CURRÍCULO COMPLEMENTAR?

Esse tópico é especialmente importante caso os pais suspeitem que o estudante, por uma razão ou outra, não tenha feito o melhor Ensino Fundamental possível. Nesse caso, é bem provável que muitos conteúdos importantes para as provas dos vestibulares precisem ser retomados ou reforçados. Além do mais, também há disciplinas que requerem uma maior atenção, como vimos ser o caso do inglês.

Por via das dúvidas, é indicado considerar escolas que ofereçam a opção de período integral. Isso porque, mesmo que você não tenha tanto interesse nesse recurso exatamente nesse momento, poderá ficar tranquilo ao saber que não precisará mudar seu filho de instituição bem no meio do processo caso resolva optar pelo ensino complementar no futuro.

COMO É O NÍVEL DE QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES?

Esse com certeza é o fator mais importante na escolha da melhor escola para passar no vestibular. Afinal de contas, absolutamente nenhum planejamento, metodologia inovadora ou currículo complementar será bem- -sucedido sem uma equipe de professores devidamente capacitada. Verificar o currículo de cada educador diretamente envolvido com o Ensino Médio é, portanto, uma ótima maneira de começar. É especializado e capacitado? Possui experiência condizente?

Mas há outros fatores igualmente importantes que poderão ser verificados até mesmo em uma breve conversa com o profissional. Ele é apaixonado pela profissão? Possui aquele espírito de liderança motivador para inspirar confiança nos alunos e conduzi-los pelas etapas necessárias até a realização dos seus objetivos? Acredite: essas características podem fazer toda a diferença.

How to choose the best High School?

Entering High School is also a time of much uncertainty about the future for both students and parents. And more than choosing the ideal profession to follow, it mainly relates to selecting the best school to prepare young people for university entrance exams. Most parents end up making this decision on the recommendation of friends or even the marketing appeal of certain institutions. But the truth is that such criteria definitely do not guarantee the choice of the ideal school.

First of all, one must bear in mind that each student, as well as each family, has different needs. Therefore, a school that is considered good for some may not necessarily be suitable for many others. In addition, have you ever stopped to think that being well-known in the market depends on several factors and not only on the quality of the education offered?

Thinking about the difficulties of this process, we decided to list here some questions that should be asked at this stage. So prepare your checklist now and take it with you whenever you visit a new educational institution with your child! The school that satisfactorily answers most questions (or preferably all) will certainly be a great choice. Ready?

WHAT IS THE MOOD LIKE AMONG STAFF?

When entering a school for the first time, the mood among employees is usually quite evident. So notice: do they interact in a lively and friendly manner or is communication among them brief and tense? This is an important aspect because the way staff (teachers included) interact with each other will most likely be similar to the way they interact with students. And since more cheerful and cooperative environments favor learning and motivation, one should ideally prioritize such an environment, right?

A detail that should also be noted is how the actual students interact, not least because this factor is often a consequence of the previous one. Thus, schools where staff respect each other tend to have students who not only respect each other but also respect the staff! The first item in the checklist, then, is to be aware of interpersonal relationships in the school environment, which are a good gauge of everything that will come next.

IS THERE AN EFFECTIVE ENGLISH TEACHING PROGRAM?

If in the past English was an important distinctive feature in students’ education, today it can be considered much more than that. Mastery of the English language has become an indispensable requirement for most professionals entering the job market, so much so that currently it should be part of the curriculum of all High Schools. But is the teaching really effective?

Incredible as it may seem, one commonly notes that, although the school has a program aimed at teaching English, the methodology is not effective. That is because learning a language goes far beyond studying grammar or answering standard questions in a handout. Student must be offered opportunities of interactivity with the language to become really fluent.

For these and other reasons, parents must be aware that some institutions offer the option of a bilingual education from an early age or include English also in complementary studies, besides the mainstream curriculum. And as this is a very important criterion when choosing the best school to prepare for the ENEM, it is worth including this topic in your checklist.

HOW IS TECHNOLOGY USED IN THE SCHOOL ROUTINE?

It’s no use trying to resist technology, as we all know that we live in a time of constant (and growing) technological evolution. But while many parents still have a hard time adjusting, youngster not only react to this very quickly but also show great interest in all this change.

Therefore, a school that introduces students to new technological learning tools will be able to connect with them more easily. Not to mention the obvious benefits such tools offer for learning. Add at least a few more questions to your short list: does the school offer a Wi-Fi network for access via mobile devices (cell phones and tablets), besides recommending and effectively adopting software and apps that aid study?

IS THE NUMBER OF STUDENTS PER CLASS ADEQUATE?

The rationale is not complicated: the fewer the students in the classroom, the more the teaching is focused on their individualities. But there’s a catch: while very crowded classrooms create stressful situations for teachers and students, resulting in an environment that is not conducive to learning, classrooms with too few students do not favor the development of relevant aspects for preparing young people for a future profession, such as sociability, task division and team work. So, ideally you should seek a healthy middle ground. Noted?

IS THERE A COMPLEMENTARY CURRICULUM?

This topic is especially important if parents suspect that their child, for one reason or another, has not done the best Middle School possible. In this case, it is very likely that a lot of important content for university entrance exams will need to be reviewed or consolidated. Furthermore, some subjects require greater attention, as we saw is the case of English.

To be on the safe side, it is recommended to consider schools that offer an all-day option. That is because, even if you are not so interested in this option right now, you can rest assured that your child will not have to move school if you decide for it in the future.

HOW WELL QUALIFIED ARE THE TEACHERS?

This is certainly the most important factor when choosing the best school to prepare for university entrance exams. After all, no amount of planning, innovative methodology or complementary curriculum will be successful without a properly trained teaching staff. Checking the CV of each educator directly involved with High School is, therefore, a great way to start. What is their educational background? Do they have compatible experience?

But there are other equally important factors that can be verified even in a brief conversation with professionals. Are they passionate about the profession? Do they have those motivating leadership skills to inspire confidence in students and lead them through the necessary steps to achieve their goals? Believe me: such traits can make all the difference.

Educação 3.0: conheça esse novo modelo de ensino

Que o mundo moderno está em constante mudança já é praticamente lugar-comum nos dias de hoje. Contudo, embora as inovações tecnológicas frequentes já façam parte do nosso dia a dia ao menos há algumas décadas (das descobertas científicas quase diárias ao lançamento de novos smartphones a cada ano, por exemplo), apenas recentemente começamos a ver o mesmo ritmo de mudança adentrar o terreno da pedagogia.

De alguns anos para cá, as iniciativas dedicadas a refletir sobre o sistema de ensino predominante nas escolas do Brasil e do mundo não param de crescer. E, com elas, surgem experiências envolvendo a adoção da tecnologia na sala de aula, a elaboração de currículos e testes mais direcionados para habilidades e competências do que para conteúdos e até a criação de métodos voltados para a personalização do ensino.

Mas ainda que pareçam propostas distintas, é possível ver uma direção comum em meio a essas e tantas outras inovações: a educação 3.0.

Ficou curioso? Pois neste post você vai conhecer esse novo modelo de ensino, saber quais são suas principais diferenças em relação aos modelos anteriores e entender por que a educação tem caminhado nessa direção. Acompanhe!

O QUE SÃO OS MODELOS 1.0 E 2.0 DE EDUCAÇÃO?

Cunhado pelo professor James G. Lengel, da Universidade de Boston, nos EUA, em seu livro “Education 3.0: 7 steps to better schools” (em tradução livre, “Educação 3.0: 7 passos para escolas melhores”), o termo educação 3.0 se refere a um novo modelo de ensino-aprendizagem que pressupõe, evidentemente, a existência de dois modelos anteriores ultrapassados pelo terceiro.

Para entender melhor, vamos traçar agora um panorama rápido da educação 1.0 e da educação 2.0, segundo nos explica Lengel. Veja:

Educação 1.0

Primeiro modelo de ensino-aprendizagem criado pela humanidade, a educação 1.0 criou o padrão em que o professor (ou o mestre) ensina um grupo menor de estudantes ou até mesmo apenas um aluno.

Esse é o modelo que prevaleceu naquela época em que a educação e o conhecimento eram tidos como importantes somente para uma pequena parte da sociedade, normalmente nobres, intelectuais e filósofos.

Apesar de eficiente, esse tipo de educação particular não era capaz de chegar até as grandes massas. Daí surgiu, portanto, a necessidade de se pensar em um novo modelo.

Educação 2.0

Quando o mercado de trabalho passou a exigir, a partir da Revolução Industrial, a universalização do ensino, reconhecendo-o como direito de todo cidadão, foi preciso criar um novo sistema. A partir daí, surgiu a educação 2.0, caracterizada pela possibilidade de um único professor ensinar dezenas de alunos ao mesmo tempo.

Todavia, apesar do sucesso, esse modelo de educação apresentava um problema: para atender a um número maior de alunos simultaneamente, a educação precisou ser tratada como um sistema e padronizada de acordo com moldes que compreendiam as necessidades da maioria, mas não de todos.

Assim, se a porcentagem da população mundial com acesso à educação de qualidade aumentou exponencialmente, a quantidade de alunos com dificuldades de aprendizado também cresceu.

Afinal, cada aluno continuou tendo suas dificuldades e habilidades características que, muitas vezes, não se enquadravam no modelo praticado. É o caso de alunos com mais facilidade para aprender por meio da leitura, por exemplo, e que por isso acabam prejudicados nas aulas estritamente orais.

Da mesma forma, aqueles que precisam da ação para assimilar o conteúdo e são obrigados a se manter quietos para não prejudicar o aprendizado dos outros também fogem da suposta regra.

MAS E A EDUCAÇÃO 3.0?

Talvez as desvantagens da educação 2.0 nunca pudessem ter sido repensadas se, no final do século XX, não tivesse surgido a internet e toda a tecnologia gerada a partir dela. Foi, afinal, o surgimento dessa rede de informações que revolucionou um paradigma que fazia parte tanto da educação 1.0 quanto da 2.0: o papel de detentor do conhecimento atribuído somente ao professor.

A partir do momento em que estudantes e profissionais de todo o mundo não precisam apenas do professor para aprender e solucionar suas dúvidas (já que têm inúmeros conteúdos disponíveis na web para tanto), o educador pode sair de sua posição de líder e único detentor do conhecimento para se posicionar horizontalmente em relação aos alunos, que conquistam maior autonomia em seu próprio aprendizado.

E essa democratização do conhecimento trazida pela internet não afetou apenas o sistema de ensino como atingiu, ainda, o mercado de trabalho, que passou a exigir pessoas capazes de aprender de forma autônoma e constante.

O professor passou, assim, a desempenhar função de guia de uma jornada dirigida pelo próprio estudante, ainda que em colaboração com educador e colegas. É ele quem decide que métodos de aprendizado usar, bem como os assuntos a que deseja se dedicar mais. Surge, dessa forma, a possibilidade de conjugar a abrangência da educação 2.0 com a individualização da 1.0 em um novo modelo: a educação 3.0.

COMO ESSA NOVIDADE É APLICADA NA ESCOLA 3.0?

Evidentemente, além de requerer certa infraestrutura, que nem toda instituição de ensino possui, esse novo padrão de ensino ainda é extremamente novo. Por isso é que atualmente são poucas as escolas que efetivamente adotam a educação 3.0.

Nas escolas em que esse modelo já vem sendo posto em prática, no entanto, é comum que as divisões entre séries e níveis, antes fixadas à passagem do tempo, tornem-se mais flexíveis.

Com isso, o estudante pode avançar no seu próprio ritmo. Isso quer dizer que, a partir dessa nova metodologia, uma turma pode conter alunos com conhecimentos em níveis distintos em uma mesma disciplina, tudo baseado nos interesses e na capacidade dos estudantes de assimilar aquele conteúdo.

Além disso, como é o próprio aluno que define o quê, quando e como estudar, é possível que ele consiga escolher entre ler um conteúdo em uma fonte online sugerida pelo professor, assistir a um vídeo ou escutar um áudio sobre o assunto, discutir com os colegas ou assimilar a matéria da maneira que lhe for mais conveniente.

Só vale ressaltar um detalhe importante: o aluno tem liberdade de escolher o que deseja estudar, mas as opções precisam se manter dentro dos padrões e da grade exigida pelo MEC!

Com isso, em vez de transmitir o conhecimento ao aluno, o professor assume a função de ajudar o estudante a descobrir qual é a melhor forma de aprender, sendo responsável por orientar quanto a fontes e métodos existentes, solucionando suas dúvidas e auxiliando na formação do pensamento crítico.

O protagonismo do aluno

O conceito de protagonismo do aluno é o alicerce da escola 3.0, sendo tema de pesquisas e tendências no âmbito educacional. Aqui, o estudante é colocado como protagonista do seu processo de aprendizagem, o que o permite participar de projetos que realmente despertem o seu interesse e fortaleçam a sua formação.

No entanto, nesse novo cenário é importante que o educador entenda a diferença entre o protagonismo do aluno e o ato de fazer o que quiser dentro da sala de aula. Nesse sentido, é necessário deixar claro que: uma proposta de educação com foco no estudante não quer dizer que ele tem carta branca para bagunçar e fazer desordem fora de contexto.

Pelo contrário, esse processo deve se basear em tarefas orientadas e que salientem a sua autonomia, bem como a responsabilidade em decorrência das suas ações ou ausência delas.

QUE DIFERENÇA TUDO ISSO FARÁ PARA OS ALUNOS?

À medida que a educação 3.0 for sendo aplicada nas escolas, as crianças terão que se encarregar do seu próprio aprendizado em vez de deixarem essa tarefa quase inteiramente sob responsabilidade da instituição de ensino. Assim, caberá aos responsáveis e educadores motivar as crianças a aprender, conscientizando-os da diferença que os estudos podem fazer no seu futuro.

Além disso, com a personalização do ensino, crianças e adolescentes poderão se empenhar ao máximo na exploração das suas capacidades particulares, concentrando esforços em áreas, disciplinas e atividades nas quais se destacam para aperfeiçoar os seus conhecimentos — isso sem deixar de entrar em contato com os conteúdos básicos!

COMO A TECNOLOGIA PODE SER USADA DE FORMA INOVADORA?

Com a frequente evolução da internet e das demais tecnologias, a escola 3.0 tem à sua disposição diversos aparatos tecnológicos que podem ser utilizados nos processos de aprendizagem. No entanto, apenas adicionar os objetos técnicos na sala de sala não significa que a instituição de ensino está de fato inovando.

É preciso ter em mente que por mais bem equipado que seja um laboratório de computadores, ele não fará nada sozinho. Nessa nova tendência de educação, a tecnologia integra as pessoas. Para fazer uso das ferramentas digitais de maneira inovadora no ensino, temos que selecionar os seguintes problemas:

• melhorar a infraestrutura tecnológica das escolas;

• ampliar o acesso à rede;

• formar os professores corretamente para que adotem a cultura digital.

A partir desses três pontos, podemos perceber que, quando o assunto é tecnologia digital, não estamos falando apenas de máquinas, mas, também, de pessoas conectadas, que juntas são capazes de trabalhar em parceria e desenvolver projetos inovadores. Sem estarem conectadas e sem a devida liberdade para discutir e criar, a educação permanecerá inerte.

A GAMIFICAÇÃO NO ENSINO

Uma das apostas atuais no universo da educação, a gamificação consiste no uso de elementos dos jogos com o intuito de engajar os alunos para atingir um determinado objetivo. Esse recurso tem um grande potencial na área de ensino, pois visa aumentar o interesse, elevar a participação e contribuir para com o desenvolvimento da autonomia e criatividade, oportunizando o diálogo e a resolução de situações-problema.

Aplicar a gamificação nas atividades escolares não implica necessariamente em usar jogos prontos, é possível criá-los de acordo com o perfil da turma e as habilidades que devem ser desenvolvidas.

Basicamente, pode-se dizer que essa ferramenta de aprendizado busca tirar proveito dos desejos naturais do ser humano, como competição, completude, conquista, colaboração e altruísmo. Além do mais, a tecnologia se aproxima da nova geração utilizando uma linguagem familiar, visto que os jovens estão constantemente conectados.

Na sociedade atual, essa metodologia de ensino surge como uma resposta para combater vários males que se abatem sobre a educação tradicional, sendo que o maior deles é o desinteresse dos estudantes em seguir cumprindo um currículo escolar enfadonho, que além de não enxergar as suas necessidades e características particulares, também não o ajuda a desenvolver novas competências.

Portanto, a escola 3.0 tem revolucionado o processo de aquisição do conhecimento, tornando-o mais interessante do ponto de vista do aluno, para que deixe de ser visto como obrigação, e passe a ser algo prazeroso.

Education 3.0: all about this new learning model

That the modern world is constantly changing is practically a cliché today. However, although frequent technological innovations have been part of our daily lives for at least a few decades (from almost daily scientific discoveries to the launch of new smartphones every year, for example), only recently have we begun to see the same rate of change in the world of education.

For some years now there have been numerous initiatives dedicated to reflecting on the prevailing education system in schools in Brazil and worldwide. And they inspire experiences involving the adoption of technology in the classroom, the development of curricula and exams based on skills and competences rather than content, and even the creation of methods aimed at personalizing teaching.

But even though they seem to be different proposals, it is possible to see a common thread in these and so many other innovations: education 3.0.

Are you curious? Well, in this post you will learn about this new teaching model, the main differences to previous models and why education has been moving in this direction. Read on!

WHAT IS EDUCATION 1.0 AND 2.0?

Coined by Professor James G. Lengel from Boston University, USA, in his book “Education 3.0: Seven Steps to Better Schools”, the term education 3.0 refers to a new teaching-learning model that obviously assumes the existence of two previous models, now surpassed by the third.

To better understand this, here is a quick overview of education 1.0 and education 2.0, according to Lengel:

Education 1.0

The first teaching-learning model conceived by humanity, education 1.0 created the pattern in which the teacher (or master) teaches a smaller group of students or even just one student.

This is the model that prevailed at that time when education and knowledge were deemed important for only a small part of society, normally aristocrats, intellectuals and philosophers.

Although efficient, this type of private education was inefficient to teach the masses. Hence the need to think of a new model.

Education 2.0

When, as of the Industrial Revolution, the labor market started to require universal education, recognizing it as the right of every citizen, a new system was needed. That led to the emergence of education 2.0, in which a single teacher is able to teach dozens of students at the same time.

However, despite its success, this educational model posed a problem: in order teach a larger number of students simultaneously, education needed to be treated as a system and standardized according to patterns that addressed the needs of the majority, but not of everyone.

Thus, if the percentage of the world population with access to quality education increased exponentially, so did the number of students with learning difficulties.

After all, individual students continued having their difficulties and specific skills that often did not fit the model. This is the case of students who learn more easily through reading, for example, and therefore do not benefit from strictly oral classes.

Likewise, those who require interaction to assimilate content and are forced to remain in silence not to hinder the learning of others also fall outside the pattern.

BUT WHAT ABOUT EDUCATION 3.0?

Perhaps the disadvantages of education 2.0 would never have been reviewed without the emergence of the internet and all technology derived from it in the late 20th century. It was, after all, the advent of this information network that revolutionized a paradigm that was part of both education 1.0 and 2.0: the role of the teacher as the ultimate source of knowledge.

From the moment students and professionals all around the world are able learn and solve problems without depending exclusively on the teacher (since they have a vast amount on content available on the web), the educator can step down from the position of leader and sole holder of knowledge to assume a horizontal relationship with students, who gain greater autonomy to learn on their own.

And this democratization of knowledge afforded by the internet affected not only the education system but also the job market, which started requiring people capable of learning autonomously and constantly.

Therefore, teachers took on the role of guides in a journey directed by the actual students, albeit in collaboration with educators and peers. It is they who decide which learning methods to use, as well as the subjects in which they wish to delve deeper. Thus emerges the possibility of combining the reach of education 2.0 with the individualization of education 1.0 in a new model: education 3.0.

HOW DOES EDUCATION 3.0 WORK IN SCHOOLS?

Evidently, besides requiring certain infrastructure, which not every educational institution has, this new teaching method is still extremely new. That is why few schools actually adopt education 3.0 nowadays.

In schools where this model is already being put into practice, however, the previously year-based divisions between grades and educational levels are becoming more flexible.

That way students can advance at their own pace. That means that, based on this new methodology, a classroom may have students with different levels of knowledge of the same subject, all based on the interests and skills of students to assimilate that content.

Moreover, as it is the actual students who define what, when and how to study, they might be able to choose between reading content in an online source suggested by the teacher, watching a video or listening to an audio on the subject, discussing with classmates or assimilating the material in whatever way is most convenient.

There is one important caveat, though: students are free to choose what they wish to study, but the options must remain within the official educational standards and curricula determined by the Ministry of Education!

This way, instead of transmitting knowledge to students, the teacher takes on the role of helping them discover the best way to learn, being responsible for directing them towards existing sources and methods, answering their questions and helping them to develop critical thinking.

Student protagonism

The concept of student protagonism is the foundation of education 3.0 and the subject matter of educational research and trends. Students are protagonists of their learning process, which allows them to take part in projects that truly raise their interest and strengthen their education.

However, in this new scenario it is important for educators to understand the difference between students being protagonists and doing whatever they want in the classroom. Therefore, it must be clear that student-centered education does not mean students have carte blanche to be inappropriately disorderly and disruptive.

On the contrary, this process must be based on guided tasks that emphasize their autonomy and accountability for what they do or fail to do.

WHAT DIFFERENCE WILL ALL THIS MAKE FOR STUDENTS?

As education 3.0 is progressively introduced in schools, students will have to take charge of their own learning instead of leaving that task almost entirely to the educational institution. Therefore, it will be up to parents and educators to motivate them to learn, raising their awareness of the future benefits of their studies.

In addition, with personalized teaching, children and adolescents will be able to work to their full potential, concentrating their efforts in areas, subjects and activities in which they excel to improve their knowledge, without neglecting basic educational content!

HOW CAN TECHNOLOGY BE USED IN AN INNOVATIVE WAY?

With the frequent evolution of the internet and other kinds of technology, education 3.0 has at its disposal several technological devices that can be used in the learning process. However, merely introducing technical devices in the classroom does not mean that the educational institution is in fact innovating.

One must bear in mind that no matter how well equipped a computer lab is, it will not do anything alone. In this new educational trend, technology integrates people. Using digital tools in an innovative way in teaching requires addressing the following issues:

• better technological infrastructure in schools;

• expanded internet access;

• training teachers appropriately to adopt the digital culture.

These three points show that when it comes to digital technology, we are not simply talking about machines, but also about connecting people capable of working together and developing innovative projects. Without interaction and sufficient freedom to discuss and create, education will remain inert.

GAMING IN EDUCATION

One of the current trends in the educational world, gaming consists of using the elements of games to engage students to achieve a specific goal. This resource has great potential in teaching, as it aims to increase interest and participation and contribute to the development of autonomy and creativity, providing opportunities for dialogue and the resolution of problem situations.

Introducing gamification in school activities does not necessarily imply using ready-made games; it is possible to create them according to the class profile and the skills to be developed.

Basically, one can say that this learning tool seeks exploit the natural impulses of human beings, such as competition, fulfilment, achievement, cooperation and altruism. Furthermore, the technology appeals to the new generation by using familiar language, as young people are constantly connected.

In today’s society, this teaching methodology emerges as a response to address various evils that affect traditional education, the biggest of which is students’ lack of interest in following a boring school curriculum which, besides not catering to their needs and particular traits, does not help them develop new skills.

Therefore, education 3.0 has revolutionized the process of acquiring knowledge, making it more interesting from students’ point of view, so that rather than an obligation, it becomes a source of enjoyment.

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