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Pueri Domus lança segunda fase do Pueri VideoLab com a participação de Pyoung Lee

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Pyoung Lee

 

O Pueri Domus acaba de lançar a segunda fase do projeto Pueri VideoLab, que dá oportunidade para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II à 2ª série do Ensino Médio de aprender a produzir, gravar e até monetizar vídeos no YouTube. Para o lançamento, que aconteceu no último dia 16 de agosto, tivemos a participação de uma das pessoas que mais entendem do assunto, o youtuber Pyong Lee.

 

Com 23 anos, coreano, formado em Direito e mágico profissional, antes de se tornar youtuber Pyong trabalhou em emissoras de TV como o SBT. Hoje é uma das figuras mais populares do YouTube e tem mais de 2 milhões de inscritos em seu canal “Pyoung Lee”, onde posta vídeos engraçadíssimos de hipnose e mágica.

 

Em sua visita ao Pueri Domus, ele conheceu o laboratório do Pueri VideoLab, bateu um papo com os alunos e conversou com o Blog do Pueri. Confira:

 

Pueri Domus – O que você achou do Pueri VideoLab? Gostou?

Pyong Lee – Achei muito inovador, incrível porque o Pueri Domus é um colégio tradicional que proporcionou esse avanço, essa oportunidade para a galera, e se atualizou dessa forma. Hoje muita gente ainda tem preconceito, não sabe o que é o YouTube, a profissão ‘youtuber’, internet, vídeos… Dar oportunidade aos alunos que assistem outros youtubers e desejam aprender e ser um influenciador e um criador digital é muito legal. O Pueri Domus é pioneiro nisso e ter um colégio que incentive isso é muito bom.

 

PD – Você é a prova viva de que o YouTube pode ser uma grande oportunidade profissional, não é mesmo?

P – Isso é uma realidade agora, já é uma profissão. E muita gente não tem ideia do tamanho, da dimensão disso. Para se ter uma ideia, vários youtubers com os quais tenho contato e com os quais trabalho junto ganham muito mais do que atores globais. A Kéfera, por exemplo, já ganha mais que o Rodrigo Santoro. É um trabalho que na verdade é empreendedor. O youtuber é um empreendedor que faz vídeos, que cria conteúdos, que vira uma celebridade, que é convidado para eventos, palestras, shows, ‘vira’ livros, recebe por licenciamento de produtos, cria conteúdo para a TV, cria conteúdo para a Netflix, etc. É um negócio tão gigante que as pessoas não têm ideia. Acho que, das novas, esta é a melhor profissão e a mais divertida, ao mesmo tempo em que gera tantos frutos, tantas oportunidades. Os jovens que querem iniciar nesse universo têm que entrar com essa cabeça, de que é um negócio mesmo, e tem que levar a sério.

 

PD – Que dica você dá para os jovens que desejam ser youtubers como você?

P – Primeiro de tudo tem que ter paixão pelo que faz e muita dedicação, porque não é fácil. As pessoas acham que é fácil porque “é só gravar vídeo, ganhar dinheiro, ficar famoso, viajar”, mas na verdade é algo que exige muito: muita coisa para entregar, responsabilidade com marcas grandes, responsabilidade geral. Não é uma brincadeira. Tem que ter uma regularidade, trabalhar todos os dias, você não tem horário. É muito cansativo, mas também é muito recompensador. Quem for começar tem que levar a sério, pois é um trabalho como qualquer outro, uma ‘empresa’, uma profissão. Tem que se dedicar, não desistir, fazer um controle de qualidade do conteúdo. Quanto mais inovador e diversificado o conteúdo, mais chance de dar certo. Enfim, o segredo é responsabilidade e paixão pelo que faz.

Confira os resultados da ‘XXVI Olimpíada de Integração – Pueri Domus 2016”

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A última semana no Pueri Domus, de 14 a 21 de maio, foi marcada pelos jogos da ‘XXVI Olimpíada de Integração – Pueri Domus 2016’. Participaram das disputas alunos de 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio das quatro unidades: Verbo Divino, Aclimação, Itaim e Aldeia da Serra.

 

Neste ano os alunos competiram em 12 modalidades: basquete, futsal, handebol, vôlei, xadrez, dodgeball, revezamento, badminton, base 4, dança, cabo de guerra e tchoukball.

 

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Entre os objetivos da Olimpíada de Integração estão: favorecer o entendimento de atitudes cooperativas e competitivas por meio de jogos e esportes, além de proporcionar integração entre as unidades.

 

Confira os resultados gerais (classificação pela soma de pontos obtidos em cada modalidade):

 

6º Ano

1º lugar – 6º Global – Verbo Divino

2º lugar – 6º A – Verbo Divino

3º lugar – 6º A – Aldeia da Serra

4º lugar – 6º A – Itaim

5º lugar – 6º B – Verbo Divino

6º lugar – 6º A – Aclimação

Fair Play – 6ª A – Aclimação

 

7º Ano

1º lugar – 7º Global – Verbo Divino

2º lugar – 7º B – Verbo Divino

3º lugar – 7º A – Verbo Divino

4º lugar – 7º A – Itaim

5º lugar – 7º A – Aldeia da Serra

6º lugar – 7º A – Aclimação

Fair Play – 7º A – Aclimação

 

8º Ano

1º lugar – 8º Global – Verbo Divino

2º lugar – 8º B – Verbo Divino

3º lugar – 8º A – Itaim

4º lugar – 8º A – Verbo Divino

5º lugar – 8º A – Aldeia da Serra

6º lugar – 8º A – Aclimação

Fair Play – 8º A – Aclimação

 

9º Ano

1º lugar – 9ºA Global – Verbo Divino

2º lugar – 9º A – Aldeia da Serra

3º lugar – 9ºB Global – Verbo Divino

4º lugar – 9º A – Itaim

Fair Play – 9º A – Aldeia da Serra

 

Ensino Médio

1º lugar – 2ºA – Aldeia da Serra

2º lugar – 3º B – Verbo Divino

3º lugar – 3ºA – Itaim

4º lugar – 2º B – Verbo Divino

5º lugar – 1ºA – Verbo Divino

6º lugar – 2ºA – Itaim

7º lugar – 1ºB – Verbo Divino

7º lugar – 3º A – Verbo Divino

9º lugar – 2ºA – Verbo Divino

10º lugar – 1ºA – Aldeia da Serra

11º lugar – 1ºA – Itaim

Fair Play – 3ºA – Verbo Divino

 

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Biblioteca da unidade Aldeia da Serra ganha ‘Árvore da Leitura’ e ‘Castelo das Histórias’

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A leitura é uma das principais bases para o crescimento e desenvolvimento cultural das crianças. Pensando nisso, o Pueri Domus – Unidade Aldeia da Serra, criou a ‘Árvore da Leitura’ e o ‘Castelo das Histórias’ na biblioteca do Ensino Fundamental I. São projetos que visam estimular nos alunos o interesse pelos livros e pelas histórias que eles escolheram para ler.

 

A ‘Árvore da Leitura’ é um grande painel em formato de árvore, cujos galhos são preenchidos com folhinhas pelas crianças que frequentam o espaço. “Elas emprestam os livros da biblioteca e, no momento da devolução, ao contarem sobre as histórias que leram, ganham uma folha de E.V.A. com o seu nome e o título do livro lido”, explica Noélia Fiuza, responsável pela biblioteca. “Quanto mais livros são lidos, mais folhas o galho ganha e mais bonita fica nossa árvore”, diz.

 

Já o ‘Castelo das Histórias’ é um grande mural em formato de castelo, construído ‘tijolinho por tijolinho’ com E.V.A. Parecido com o que é feito na ‘Árvore da Leitura’, na devolução do livro emprestado, a criança reconhece o personagem principal da história que leu e faz um desenho, que é pendurado no castelo.

 

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“Todos devem incentivar as crianças a lerem sem que haja qualquer premiação ou troca. Assim elas acabam lendo pelo prazer que a leitura proporciona”, recomenda Noélia.

 

“A ‘Árvore da Leitura’ e o ‘Castelo das Histórias’ são iniciativas criativas que ajudam as crianças a desenvolverem, desde o início da vida escolar, o importante hábito da leitura”, conclui a Prof.ª Denise Krein, diretora da unidade.

 

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Alunos do Pueri Domus estudam Aedes Aegypti e levam para casa informações de combate ao mosquito

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Durante o mês de março o laboratório de Ciências da Escola Pueri Domus, unidade Aclimação, se transformou em uma verdadeira oficina de combate ao Aedes Aegypti. Alunos do 1º ao 8º ano utilizaram o espaço para estudar o tema e descobrir como evitar a procriação do mosquito transmissor da Dengue, febre Chikungunya e vírus Zika. Além do aprendizado, os alunos levaram para casa uma importante missão: compartilhar as informações com a família e engajar todos na eliminação de possíveis criadouros.

 

A aula especial foi preparada pelo biólogo Emerson Cleber Bortolin, responsável pelo laboratório de Ciências da unidade. “Começamos conversando sobre o ciclo de vida do mosquito, explicando que o ovo se torna larva e se desenvolve quando entra em contato com a água, e o que fazer para evitar que a larva se torne mosquito”, conta.

Aula Aedes Aegypti (3)

 

Para preparar as aulas, Bortolin amparou-se nas recentes pesquisas a respeito do tema em institutos nacionais e internacionais, como o Instituto Oswaldo Cruz. Utilizando materiais informativos, vídeos e lousa digital, o biólogo adaptou o conteúdo de acordo com a faixa etária, mas todas as turmas receberam uma tarefa em comum: propor à família que dedique 10 minutos do dia para investigar possíveis focos na própria casa.

 

Top Science

 

A atividade faz parte de um projeto do Pueri Domus, unidade Aclimação, chamado Top Science, que visa disseminar o estudo das Ciências entre os alunos. Ao longo do ano os estudantes trabalharão com um tema científico diferente a cada mês, entre eles: água, poluição, formas de energia, inteligência artificial, etc.

 

“Estabelecemos para 2016 temas geradores que abordem a Ciência de um modo prático e contextualizado para cada faixa etária. Para tal, utilizamos o laboratório como instrumento mobilizador para o envolvimento dos alunos a estes  grandes temas. Desse modo, estreitamos  a ciência à cotidianidade do aluno, permitindo o desenvolvimento do caráter investigativo, tão importante para o desenvolvimento do indivíduo”, explica Hélia Sanches, diretora da unidade.

 

Top Science é um espaço de aprendizagem em que os próprios alunos debatem e elegem os temas a serem abordados durante o ano. “O Aedes Aegypti não poderia deixar de ser o primeiro tema a ser investigado. Muitas descobertas nos aguardam”, diz Hélia.

Aula Aedes Aegypti

No Pueri Domus, Minecraft também é ferramenta de ensino

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Com certeza você conhece ou já ouviu falar do Minecraft, um jogo eletrônico da Microsoft que permite a construção de mundos e personagens por meio de blocos. Sucesso entre a garotada, no Pueri Domus ele é muito mais do que um jogo. É usado como ferramenta de ensino em sala de aula em diferentes disciplinas – e têm sido eficiente nessa função.

 

Minecraft (2)

 

O professor de Raciocínio Lógico e coordenador do Projeto Digital da escola, Antonio Carlos do Nascimento Neto, conta como tira proveito do jogo para ensinar e trabalhar com os alunos questões como trabalho em equipe, capacidade de resolver problemas, senso de responsabilidade, etc. Confira:

 

Pueri Domus – Desde quando o Minecraft é usado em sala de aula no Pueri Domus? De que forma ele é usado?

Antonio – O Minecraft foi utilizado pela primeira vez no ano passado, 2015, em duas disciplinas diferentes: Raciocínio Lógico e Social Studies, ambos no 6º ano. O uso é dentro da sala de aula, em grupos de até cinco alunos, e eles trabalham em conjunto, ou seja, cada grupo desenvolve o seu trabalho em um único mundo virtual, conectando seus iPads via Wi-Fi.

 

Minecraft (1)

 

PD – Como o jogo pode ser um aliado no ensino?

A – Ele tem um potencial enorme, em diversos segmentos. Como o jogo não tem um objetivo específico, professores de diversas disciplinas podem utilizar para ensinar o que desejam. Existem muitos trabalhos pelo mundo que mostram isso, desde o ensino de história e línguas até mesmo ao ensino de biologia e física quântica! Além da questão cognitiva, o jogo desenvolve nos alunos competências sócio emocionais, intrapessoais e interpessoais. Exemplificando:  Senso de responsabilidade, trabalho em equipe, iniciativa, liderança, perseverança, capacidade de resolver problemas e de expressar suas ideias. Essas e muitas outras competências podem ser trabalhadas e desenvolvidas através do Minecraft, bem como através de outros jogos. O professor precisa conhecer muito bem a ferramenta para poder criar suas aulas, e ele pode fazer com a ajuda de seus próprios alunos.

 

PD – Exemplifique de que forma o Minecraft já foi utilizado na escola e os resultados do trabalho.

A –Foram dois projetos diferentes. O de Raciocínio Lógico foi chamado de “Escola dos Sonhos”. Em grupos de até 4 alunos, eles primeiro tiveram que responder um questionário com 11 questões através do Mosyle, com perguntas do tipo: “o que você aprende nesta escola?”, “Como são os espaços de aprendizagem?”, “existem professores?”, “qual o motivo dessa escola ainda não existir? Ou ela já existe?”. Essas perguntas serviram de guia e como parte estrutural importante da 2ª etapa do trabalho, que era montar esta escola dos sonhos dentro do jogo Minecraft. Assim, os alunos tiveram que criar as salas de aulas, pátios, laboratórios e tudo mais que descreveram nas perguntas. Depois da criação, cada grupo apresentou seu trabalho na lousa digital, espelhando a imagem dos seus iPads.

Já no projeto de Social Studies, mais divertido e complexo, a professora Andrea Nastari buscou inovar, transformando uma atividade que ela já realizava em maquetes em um mundo virtual no Minecraft. Os alunos, também em grupos, recriaram no jogo os diferentes ambientes de cada uma das civilizações. Por exemplo, um grupo ficou responsabilizado por montar como era um ambiente quando o homem deixou de ser nômade e construiu suas primeiras casas. Toda a estrutura foi recriada, desde as casas perto de rios até os animais dos quais eles se alimentavam. Depois, eles usaram um programa de captura de tela e narraram o vídeo, explicando como os homens viviam naquela época e porquê. A professora, no final, juntou todos os vídeos, formando um único arquivo com todos os pontos trabalhados.

 

Minecraft (4)

 

PD – Os alunos gostam? Eles não acabam dispersando ao utilizar o jogo em sala de aula?

A – Eles adoram! E a situação chega até a ser engraçada. Quando eu falo para eles que vamos utilizar o jogo, eles ficam surpresos, felizes, mas não entendem muito bem como podem aprender algo com aquilo. Eles querem se divertir. Anos atrás, eu realizei projetos com outros jogos que não deram certo, pois os objetivos e limites não foram bem traçados, e aula acabou ficando o jogo pelo jogo. E é neste ponto que o professor deve atuar, delimitando muito bem os limites e deixando muito claro quais são os objetivos de cada uma das etapas do processo.

 

PD- Além do Minecraft, que outros recursos, aplicativos, jogos, etc, o Pueri Domus utiliza em sala de aula?

A – Existem dezenas de aplicativos e jogos que os professores do Pueri Domus utilizam. Primeiramente, temos 230 aplicativos educacionais exclusivos do grupo SEB, que professores e alunos usam com frequência. Usamos também aplicativos para a montagem mapas mentais e brainstorming, jogos para ensinar sobre empreendedorismo, sustentabilidade e energia, aplicativos para a criação de livros, desenhos, vídeos e animações, e até mesmo aplicativos para aprender a programar.

 

Minecraft (3)

Fotos: Vinícius Freaza/Grupo SEB

 

Sobrevivente do holocausto conta sua história a alunos de 8º ano

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Mais de 9 milhões de judeus viviam na Europa até 1933 e, em 1945, no final da 2ª Guerra Mundial, quase todos eles haviam sido mortos pelos nazistas – muitos assassinados nas ruas ou em seus esconderijos e a maioria em campos de concentração.

 

Uma sobrevivente dessa história trágica esteve no Pueri Domus – Unidade Verbo Divino, na manhã desta quinta-feira, 3, para conversar com alunos dos oitavos anos que estão lendo o livro “O Diário de Anne Frank” como parte das atividades de Língua Portuguesa. A holandesa Nanette Blitz Konig, que foi amiga de Frank e também tem um livro – “Eu sobrevivi ao holocausto” (editora Universo dos Livros) contou um pouco de sua trajetória no campo Bergen-Belsen, das condições em que vivia lá e como superou esse trauma.

Livro

“Quando fomos tirados de casa [Nanette e sua família] já sabíamos que essa hora iria chegar. Já estávamos preparados com algumas coisas. Fomos levados a um campo holandês chamado Westerbork, para onde os judeus do país eram levados antes da ida para os campos de extermínio. Depois fomos encaminhados a Bergen-Belsen, onde as condições eram deploráveis. A vida lá era uma constante luta pela sobrevivência”.

 

“Era um clima de repressão tremenda. Lembro-me dos guardas agressivos e dos cachorros que eram treinados para atacar e matar, dos quais eu tinha muito medo. Passávamos horas e horas em pé, esperando a contagem, enquanto ouvíamos ameaças. Uma vez um guarda apontou uma arma para mim. Nessa época, depois de tudo o que já havíamos passado, eu já estava indiferente em relação à morte. E acho que foi essa reação de indiferença que me salvou. Ao invés de atirar em mim, o guarda atirou para o alto”, relatou.

Nanette Blitz Konig (6)

Nanette contou que viveu estes e muitos outros momentos de horror e que só escapou de Bergen-Belsen quando as tropas britânicas assumiram o controle do campo, em 1945, e os sobreviventes foram libertados. Debilitada, passou três anos hospitalizada, sem perspectiva nenhuma de futuro. “Fiquei desesperada quando soube que tinha sido a única pessoa da minha família a sobreviver. Sem saúde e sem dinheiro, achei que enlouqueceria. Mas pensei comigo que ninguém iria querer uma órfã louca, e me dei conta de que teria que seguir a vida”.

 

Mesmo depois de tudo o que passou, Nanette se reergueu e retomou os estudos. Já no Brasil, aprendeu a escrever e a falar Português lendo jornais, terminou o 2º Grau quando já era avó e ainda se formou em Economia pela PUC. No Pueri Domus, deixou um recado importantíssimo aos alunos: “nunca é tarde para estudar. Mas enquanto são novos, leiam bastante, leiam jornais, se informem. Isso fará a diferença na hora do Enem e do vestibular, e também na vida de vocês”.

Nanette Blitz Konig (9)

 

 

Pueri Domus vence categoria do ‘1º Prêmio SEB Mundo Leitor’

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Mundo Leitor

 

A Escola Pueri Domus foi vencedora em uma categoria e recebeu menção honrosa em outras três no ‘1º Prêmio SEB Mundo Leitor’, que movimentou todas as escolas do grupo durante o ano, envolvendo gestores, professores e alunos em práticas de sucesso com a utilização dos livros da coleção Linhas da Vida.

 

Entre os trabalhos desenvolvidos com os livros da Série Memórias, o vencedor foi o das professoras Maria do Carmo Cordeiro Pelegrini e Patrícia Nabeiro, da unidade Itaim, que utilizaram o livro Linhas da Vida para uma série de atividades ao longo do ano com alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I.

 

“O livro Linhas da Vida propõe uma reflexão sobre a importância de resgatar a memória afetiva. Por saber que, por meio do resgate da memória, podemos suscitar emoções, sentimentos e diferentes situações, foi proposto um trabalho relacionado com tudo o que envolve o resgate da memória e as transformações envolvidas em todo o processo”, explica Maria do Carmo.

 

As atividades realizadas pelas professoras envolveram: leitura; discussões e reflexões em classe; resgate das memórias familiares dos alunos através de fotos; pesquisa e registro de histórias de família; reflexões sobre segredos familiares; finalizando com uma abordagem musical com pesquisa sobre o cantor e compositor Dorival Caymmi, canções e até a gravação de vídeo clipes.

 

Além do trabalho das professoras Maria do Carmo e Patrícia, o Pueri Domus recebeu Menção Honrosa para os trabalhos: “Olhar… Contemplar… Imaginar” (série Viagens) da professora Darlene Evangelista, da unidade Verbo Divino; e “Os sentimentos de cada um” (Série Descobertas) da professora Andrea Gomes de Moraes, da unidade Itaim.

 

O prêmio

 

O prêmio é uma iniciativa do Grupo SEB para contribuir de forma efetiva na melhoria da qualidade da educação básica. O objetivo é valorizar educadores que disseminam práticas de sucesso no estímulo das competências e habilidades preconizados por uma educação orgânica e que fundamenta-se nos princípios divulgados pelo MEC para promover novos olhares na educação brasileira.

 

A premiação foi dividida em duas etapas: a primeira em cada uma das 22 unidades participantes, com centenas de práticas inscritas. Na segunda etapa, foram avaliados os trabalhos de 69 finalistas de todo o país.

No aniversário do Pueri, Sérgio Federico conta como criou o hino da escola

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Hoje, 16 de novembro, o Pueri Domus completa 49 anos de história! Para celebrar, recebemos na unidade Verbo Divino a visita de Sérgio Federico, o autor do hino da escola. Ex-professor de Educação Física, ele lecionou para nossos alunos de 1974 a 1984. E conta para a gente como a letra surgiu.

 

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Pueri Domus – De onde surgiu a ideia do hino?

Sérgio Federico – Em meu primeiro ano de aula aqui no Pueri Domus [unidade Verbo Divino] havia um galpão onde era o portal de entrada da escola. Esse galpão, que hoje é o Pueri VideoLab, tinha um portão de madeira vazada onde eu dava aula para o Primário. Em frente a este portão havia um pequeno jardim. Os alunos do 3º e 4º ano desciam até ali para o lanche, enquanto eu estava dando aula. Eles iam até o portão e diziam: “tio, abre esse portão que eu quero entrar!”. A ideia do hino começou ali.

 

PD – O que você sente quando ouve, hoje, os alunos cantarem o hino?

SF – Não sou um compositor profissional, então, ouvir os alunos cantarem o hino da escola até hoje mexe muito mais comigo em termos de emoção. Por várias vezes estive aqui e presenciei todo mundo cantar. Tenho muito orgulho de ter criado o hino, pois a letra convida a criança para o ensino no Pueri.

 

PD – Hoje o Pueri está fazendo 49 anos. O que a sua trajetória aqui significa para você?

SF – Embora tenha parado de lecionar aqui em 1984, continuo sempre presente na escola. Já voltei várias vezes em festas, reuniões e encontros de professores. Aqui acabei crescendo muito como pessoa e como professor. Hoje trabalho com turismo pedagógico, e acredito que, em função do Pueri Domus, eu sou o que sou hoje. E sou muito grato. Dei sorte por ter sido professor numa época muito boa, de muita gente boa. Eu faço até hoje o que eu gosto, e isso ajuda muito. Como eu disse, o Pueri Domus foi a minha casa durante anos e eu tenho um carinho muito especial por esta escola. É muito forte o que eu sinto por esta escola.

 

Hino Pueri Domus

 

Abra esse portão

Eu quero entrar

Para a alegria de aprender.

Olhar as flores

Dos teus jardins

E por teus meios e fins

Crescer.

 

Pueri… Domus

Pueri, Pueri, Pueri, Pueri Domus (bis)

 

No teu símbolo há um olhar

No qual podemos confiar.

 

Tua cores

São meus amores

Para sempre hei de lembrar. (bis)

 

Pueri… Domus

Pueri, Pueri, Pueri, Pueri Domus (bis)

Alunos do Pueri Domus criam trabalhos inovadores no projeto Olho de Prata

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Um dispositivo que ajuda a controlar o consumo de água potável; um jogo de tabuleiro que auxilia no tratamento de crianças com déficit de atenção; uma bebida produzida a partir de leite de búfala que é alternativa ao descarte de soro na indústria de laticínios. Parecem ideias de grandes empresas, mas esses são alguns dos trabalhos desenvolvidos por alunos do 1º ano do Ensino Médio do Pueri Domus no Projeto Olho de Prata, realizado há 10 anos pela escola.

 

Parte do currículo de Ciências da Natureza, neste ano o Olho de Prata contou com a participação de mais de 100 alunos. Ao longo do ano, os jovens colocaram em prática todas as etapas de uma pesquisa acadêmica empreendedora: pesquisaram, escreveram fundamentação teórica, elaboraram planos de negócios e construíram seus projetos, tudo embasado nos conceitos de Química, Física e Biologia.

 

Para participar do Olho de Prata, os alunos se organizaram em grupos e desenvolveram, com orientação de professores da área, um produto, equipamento ou experimento de laboratório.

 

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Os trabalhos foram avaliados em três etapas. “A primeira foi a elaboração de um plano de pesquisa. Neste momento os jovens decidiram que projeto desenvolveriam e criaram logomarcas e slogans utilizando conceitos de marketing e empreendedorismo”, conta o professor Adalberto Castro, coordenador do Olho de Prata. Para esta fase, o Pueri Domus contou com parceria da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), que ofereceu aos grupos um workshop sobre logomarcas.

 

Na segunda etapa, segundo Castro, os alunos elaboraram um artigo científico baseado em conceitos de Química, Física e Biologia, construíram um protótipo do projeto e apresentaram a uma banca de professores. Já na terceira etapa, o projeto foi finalizado e defendido a uma banca, com direito a pôster acadêmico e criação de propaganda com o auxílio da ESPM.

 

A cada ano, os trabalhos são premiados em diferentes níveis, e os três melhores recebem o prêmio ‘Olho de Prata’. Neste ano, os vencedores foram os grupos: ‘Poseidon’, da unidade Aldeia da Serra, que criou um dispositivo que ajuda no controle do consumo de água potável, informando o volume de água utilizado no banho; o grupo ‘Búffalo de Ouro’, da unidade Itaim, que desenvolveu a Bubalina, uma bebida láctea feita a partir do soro de leite de búfala que, além de grande valor nutritivo, é saborosa e uma alternativa ao descarte do soro do leite na indústria de laticínios; e o grupo ‘INA’, que inventou um jogo de tabuleiro chamado ‘Focus’, que auxilia no tratamento de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) de crianças com idades entre 8 e 10 anos.

 

Além dos grupos premiados, ganhou destaque o grupo ‘Bis’, da unidade Verbo Divino, que desenvolveu um aplicativo que conecta doadores a bancos de sangue em São Paulo. A ferramenta já está disponível para download gratuito pela Apple Store. Pela qualidade de seu Plano de Negócios, este projeto recebeu um prêmio extra, concedido pela Hult International Business School, uma das mais importantes universidades do mundo na área de gestão empresarial e de negócios.

 

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Confira o bate-papo com Lucas Sloboda, o goleiro “Bom de Bola” do Pueri!

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São Paulo, 29 de outubro de 2015 – O Pueri Domus sediou nos últimos dias 28 e 29 os jogos das oitavas de final da Copa Bubbaloo Jovem Pan de Futsal Intercolegial. Além da vitória de 3 x 2 da escola num jogo super disputado, tivemos um atleta premiado, pela terceira vez, como o “Bom de Bola” do jogo. Confira nosso bate papo com o goleiro Lucas Sloboda, 15, aluno do 1° ano do Ensino Médio.

 

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Pueri Domus – De quatro jogos disputados pelo time do Pueri Domus, esta é a terceira vez que você é eleito o jogador “Bom de Bola”. Isso é resultado de muito treino?

Lucas – É decorrente de muito trabalho. Procuro não faltar nos treinos, treinar todo dia, e eu não treino só aqui na escola. Treino também no Corinthians. Mas acho que, por este jogo, valeu muito mais pelo trabalho em equipe.

PD – Seu desempenho como goleiro nos jogos da Copa Bubbaloo Jovem Pan de Futsal Intercolegial têm sido ótimo! Você pretende seguir carreira no esporte?

L – O problema do futebol é que é complicado para seguir carreira. Antigamente era mais fácil, mas hoje em dia a questão é muito mais financeira e você tem que conhecer alguém. Então, prefiro focar nos estudos. Se “virar alguma coisa, virou”. Meu maior foco é me sair bem na escola.

PD – Há quanto tempo você joga futebol?

L- Futebol é uma coisa que eu amo. Não consigo ficar sem. Treinei durante dois ou três anos no São Paulo, desde os 7 anos. Sempre joguei futebol, desde pequeno.

 

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