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Pueri Domus ganha Prêmio Aberje pelo projeto Pueri VideoLab

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O projeto Pueri VideoLab rendeu à Escola Pueri Domus e à sua agência parceira, a 301.yt, a vitória na categoria “Mídia Audiovisual” do Prêmio Aberje 2016, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, que, em sua 42a edição, sustenta o título de mais tradicional reconhecimento das melhores práticas da comunicação empresarial brasileira. A cerimônia ocorreu no último dia 24 de novembro, no Buffet França, em São Paulo.

 

O Pueri VideoLab inspira-se nos YouTube Spaces, estúdios com equipamentos de última geração que são disponibilizados para que criadores de conteúdo em vídeo contem com todo o apoio para desenvolver suas produções. O laboratório se localiza na unidade Verbo Divino, mas está aberto a alunos de todas as unidades da rede. Equipamentos profissionais e recursos para a produção e edição de conteúdos audiovisuais – como as mais avançadas câmeras, sets de iluminação, ilha de edição, e fundo infinito, por exemplo – estão à disposição para a produção não só de trabalhos diretamente ligados às suas aulas, mas também para atividades que contribuam com o desenvolvimento dos alunos em atividades extracurriculares.

 

Especialmente para os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental à 2ª série do Ensino Médio, há aulas que contam com a orientação de profissionais youtubers. Nelas, os alunos aprendem como roteirizar, produzir, gravar, atuar, editar, administrar e até mesmo a monetizar seus próprios canais no YouTube. O projeto está em sua segunda temporada.

 

“O Pueri VideoLab consome a maior parte do investimento publicitário para divulgação do Pueri Domus. Entendemos que ao convidar os alunos a protagonizarem a produção desta divulgação tornaríamos esse discurso muito mais legítimo e poderoso, pois não contaríamos somente com conteúdos audiovisuais de alta qualidade, apresentaríamos simultaneamente os cidadãos criativos, responsáveis e preparados para as competências do século XXI que a escola tem conseguido formar. Nesse sentido, muito mais que uma ferramenta de Marketing, o projeto é um ativo pedagógico da escola, cujo maior beneficiado é o aluno”, aponta Leandro Martins, diretor de Marketing do Grupo SEB, mantenedor da Escola Pueri Domus.

Projeto de professora da unidade Itaim é selecionado para congresso InovaEduca 3.0

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A professora de Ciências da unidade Itaim, Kátia Aparecida de Castro, sempre foi adepta de práticas diferentes de ensino em sala de aula, como as propostas pelo conceito GrowUp, adotado pela Escola Pueri Domus, em que o aluno é o protagonista de seu aprendizado e o professor um curador das informações. E resolveu documentar em vídeo uma atividade de Citologia que realizou com alunos do 8º ano. A prática foi considerada tão inovadora que o vídeo foi selecionado para ser apresentado no IV Congresso InovaEduca 3.0, que destaca iniciativas diferentes em sala de aula com uso de novas tecnologias.

 

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O vídeo da professora Kátia, que foi produzido com ajuda dos próprios alunos, será apresentado na próxima quarta-feira, dia 9 de novembro, no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo, como parte da programação do congresso. Apenas seis projetos foram selecionados em todo o Brasil.

 

Segundo a professora, a sequência didática que gerou o vídeo partiu da leitura prévia sobre Citologia, da listagem de conceitos sobre o assunto, debate e construção de maquetes com o uso de sucatas. Em seguida, os alunos socializaram as informações pesquisadas na sala GrowUp e participaram de um game no qual tinham que resolver exercícios em equipes. “Embora Citologia seja um tema um pouco complexo para o Ensino Fundamental II, foi muito divertido e os alunos realmente aprenderam”, conta Katia.

 

“Acredito muito nesse formato [de aula]. Toda a experiência que eu tenho em que o protagonista é o aluno, em que a aula é mais dialogada, que sai daquele modelo expositivo, com certeza funciona. Nós já trabalhamos este conceito há bastante tempo. É algo que já está no nosso DNA. E agora temos um recurso a mais, as salas GrowUp, e todo mundo falando a mesma linguagem”, diz a professora.

 

Conceito GrowUp

 

Adotado pelo Pueri Domus há um ano, o conceito GrowUp propõe um novo jeito de ensinar e de aprender, partindo do princípio de que se as gerações, o mercado de trabalho, a comunicação e a sociedade se transformam, a educação precisa estar à frente dessa evolução.

 

Neste novo conceito o professor é um organizador e facilitador, enquanto que o aluno é agente de sua formação. Sua motivação é pessoal, pois seu interesse e sua curiosidade são estimulados constantemente na busca por uma formação completa. Para isso, as salas de aula ganham um formato diferente: as lousas são móveis e podem ser usadas em qualquer lugar; os móveis são modulares e se encaixam de diferentes formas para estudo em grupo ou individual; há conexão de rede wi-fi e uso significativo de tecnologia.

 

Nas aulas GrowUp os alunos acessam os conteúdos em diferentes plataformas e de várias maneiras, por exemplo: livros, web, professores, colegas, aplicativos, games e redes sociais. Os professores elaboram dinâmicas, estabelecem regras, fases e pontuação para promover maior engajamento dos alunos e dos grupos nas atividades.

Atividade na aula de Português vira campanha de doação de livros na unidade Aclimação

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O que era para ser uma simples atividade na aula de Português do 7º ano da unidade Aclimação da Escola Pueri Domus, tornou-se uma campanha de doação de livros que beneficiará dezenas de crianças de uma instituição do bairro. A iniciativa é da professora Nanci de Souza Vallezi e dos próprios alunos, que organizaram a ação.

 

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“Trabalhávamos o gênero anúncio publicitário nas aulas de redação e levei a proposta de fazerem uma campanha de doação de livros para alguma instituição”, conta a professora. “Cada aluno produziu a campanha com seu próprio texto e imagem, e espalhamos quatro caixas coletoras pela escola. Os alunos também passaram nas outras salas para reforçar a comunicação”, relata.

 

Os livros arrecadados serão destinados à Casa Ninho, instituição que presta apoio a crianças carentes com câncer, que fica próxima à escola. Além de entregarem os livros pessoalmente, os alunos do 7º ano farão uma contação de histórias para os pequenos.

 

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“O Pueri Domus é uma escola que se propõe a educar e desenvolver seus alunos acadêmica e socialmente. Priorizamos formar indivíduos culturalmente inseridos, que entendam e usem seus conhecimentos com responsabilidade e que sejam agentes de transformação social. Esta iniciativa é um exemplo disso”, comenta a diretora da escola, Hélia Sanches Thomazinho.

 

A entrega dos livros será feita na segunda quinzena de novembro. Até lá, quem quiser pode contribuir com um livro infantil paradidático em bom estado. A unidade Aclimação fica ao lado do Parque da Aclimação, na Rua Muniz de Souza, 1051.

 

Ensino bilíngue pode começar antes da alfabetização e traz inúmeros benefícios

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Ao contrário do que muita gente pensa, o aprendizado de um segundo idioma pode começar quando a criança ainda é pequena, antes mesmo da alfabetização na língua materna. É o que afirmam especialistas quando questionados se existe uma idade perfeita para começar a aprender um segundo idioma.

 

A professora de Psicologia da Educação da PUC-SP, Maria Regina Maluf, explica, na reportagem “Um bom começo”, publicada em janeiro pela Folha de S. Paulo, que “nessa fase, os pequenos já desenvolveram uma linguagem expressiva e receptiva, ou seja, conseguem compreender e se comunicar”.

 

Mas será que as crianças não acabam confundindo as duas línguas? Segundo Maria Regina, não. Ela diz, na reportagem da Folha, “que o cérebro humano é muito plástico e não mistura as línguas. Ele lida com idiomas diferenciando os sistemas”.

 

Luciana Badra, coordenadora do Global Program, programa de ensino bilíngue da Escola Pueri Domus, afirma que desde seu nascimento a criança está geneticamente preparada para compreender e falar mais de um idioma. “Primeiramente ela passa a compreender o que está sendo dito para posteriormente produzir palavras e frases no segundo idioma”, explica. “O aprendizado é feito de forma natural, assim como a aquisição de sua língua materna”, diz.

 

A coordenadora destaca que, como a criança possui grande facilidade de compreensão, pois ainda não tem filtros sociais como vergonha e medo de errar, e tem uma predisposição natural para imitação, o aprendizado da segunda língua logo pode ser evidenciado pelos pais e professores. “As crianças incorporam os dois idiomas de forma a não confundi-los”, garante.

 

No Pueri Domus, os alunos já podem ingressar no ensino bilíngue aos 18 meses completos. “No Global Program, até a transição de 3 para 4 anos os pequenos ficam na escola somente meio período e são expostos ao inglês em 90% do tempo. Apenas aulas específicas como Artes, Educação Física e Música são ministradas em português”. A partir dos 4 anos as crianças passam a ficar na escola por 8 horas com aulas 50% em português e 50% em inglês, com professores diferentes para os dois currículos.

 

Benefícios

 

De acordo com Luciana, os benefícios e vantagens para as crianças que começam a aprender uma segunda língua desde cedo são inúmeros. Ela aponta que pesquisas da Universidade de Granada, na Espanha, demonstraram que o indivíduo bilíngue desenvolve melhor a memória e a percepção, além de conseguir concentrar-se mais e tomar decisões com mais precisão. “Além disso, pesquisadores da Universidade de York, no Canadá, descobriram que falar mais de um idioma fluentemente pode retardar doenças como o Alzheimer”, diz.

 

A coordenadora ainda menciona estudos também conduzidos pela Universidade de York, que mostraram que ser bilíngue facilita o processo de letramento e de alfabetização. “As crianças se apropriam da estrutura dos dois idiomas, o que é muito relevante durante o período da educação infantil”.

 

“Entre tantos outros benefícios, não podemos deixar de citar a importância da aprendizagem do inglês para conviver neste mundo globalizado e que o aprendizado precoce favorece a aquisição de um vocabulário amplo, facilitando a leitura e a escrita”, finaliza.

 

As vantagens de aprender um segundo idioma na infância

 

“Vários estudos, entre eles os da Universidade de Harvard e de Cornell – ambos nos EUA, vêm sendo feitos acerca do bilinguismo e seus efeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano. Os resultados mostram que há inúmeras vantagens em aprender um segundo idioma em qualquer idade. Durante a infância, especificamente, quando a neuroplasticidade cerebral e o desenvolvimento linguístico e cognitivo estão em franca ascensão, os benefícios do bilinguismo incluem aspectos tanto linguísticos quanto cognitivos. Nessa fase, o bilinguismo melhora as habilidades de pensamento crítico da criança e aumenta as proficiências verbal e matemática. Além disso, quanto mais cedo se aprende uma segunda língua, maior a flexibilidade de pensamento, criatividade, habilidade de comunicação e noção espacial. Outros aspectos como capacidade de memória, foco, e concentração também são mais desenvolvidas no indivíduo bilíngue do que no monolíngue. Quanto mais cedo a segunda língua for aprendida, maior a chance do aprendiz assimilar aspectos do sistema sonoros e aproximar seu sotaque ao de um nativo.”

Letícia Pimentel e Nina Stocco – Sproutly.com.br

Alunos da unidade Aclimação reescrevem a fábula ‘A lebre e a tartaruga’

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Os alunos do 2º ano da unidade Aclimação aprenderam sobre a linguagem escrita de uma maneira diferente, divertida e real. Eles reescreveram a fábula “A Lebre e a Tartaruga” e criaram a própria moral da história com base em suas percepções e pelas situações de repertório deste tipo de gênero literário.

 

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O projeto foi realizado nas aulas do contra período pela professora Yara Fernanda Lourenço, com coordenação de Léia Costa. “O projeto teve como finalidade abordar a linguagem escrita levando em conta o propósito do texto, seus potenciais leitores e o gênero ‘fábula’, já trabalhado com esses alunos em sala de aula”, explica a professora.

 

“Por meio da reescrita de uma fábula familiar às crianças, fizemos com que elas se apropriassem da linguagem escrita e do sistema alfabético, além de torná-las cada vez mais autônomas para planejar, escrever e revisar seus futuros textos”, completa Yara.

 

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As crianças leram a fábula original em conjunto e conversaram sobre o enredo da história, os personagens e o ambiente. Em seguida, ditando o texto à professora, escreveram a história aprimorando questões como pontuação, paragrafação, verbo e sinônimos. Os textos foram lapidados pelos próprios alunos até adquirirem a estrutura do gênero ‘fábula’ de maneira clara e compreensível.

 

“O mais potente deste projeto é que as crianças sabiam que a reescrita seria publicada no Blog do Pueri. Isso os motivou muito, além de os aproximar das práticas de escrita que ocorrem fora do âmbito escolar, em que o escritor conta com um leitor, ou seja, o texto tem um destinatário”, conta Léia.

 

Veja como ficaram as versões das crianças:

 

A lebre e a tartaruga

 

Por Sophia Rodrigues e Rafael Garcia

 

Era uma vez uma lebre e ela viu uma tartaruga quando esse bicho lento estava andando devagar para a casa. No caminho a lebre estava caçoando da tartaruga, e ela falou:

– Você não pode ir mais rápido?

A raposa disse.

– Ela pode ir mais rápido.

A lebre perguntou.

– Vamos apostar uma corrida?

A tartaruga respondeu.

– Eu topo, lebre!

A raposa falou.

– Um, dois, três eeeeeee já!

A lebre correndo que nem o vento e a tartaruga saiu devagar como uma tartaruga. A lebre parou para tirar uma soneca, a tartaruga continuou. Quando ela viu a preguiçosa dormindo falou.

– Melhor não acordá-la.

Então uma mosca chegou voando no focinho da lebre. E ela acordou e lembrou da corrida. Correu como um vento, chegou no rio e já viu a tartaruga bebendo água. A lebre saiu de fininho, pensando na corrida que ela perdeu.

 

Moral: Velocidade não é tudo. Tem outros jeitos de ganhar.

 

A lebre e a tartaruga

 

Por Ana Clara Benassi, Bianca Roncio e Samuel Ramos

 

Num belo dia, os serelepes estavam brincando nas árvores. E a lebre perguntou para a tartaruga.

– Você tem alguma novidade?

– Não. Não tenho nenhuma.

– A lebre tinha uma novidade. E ela perguntou assim:

– Vamos fazer uma corrida?

A tartaruga perguntou:

– Com todos os animais da floresta?

A lebre falou:

– Não só com nós duas.

A tartaruga disse:

– Está bem.

A lebre falou para a raposa:

– A gente vai fazer uma corrida, eu e a tartaruga. Você pode dar o sinal?

E a raposa deu a partida no dia seguinte às cinco da manhã. A lebre estava correndo muito rápido e a tartaruga não viu ela. Mas a lebre de tanto correr, dormiu. A tartaruga passou o animal que estava dormindo e falou assim:

– Melhor não acordá-la.

A tartaruga ganhou a corrida.

 

Moral (por Samuel): Quem corre rápido fica mais cansado. Tem outros jeitos de ganhar.

 

Moral (por Ana Clara): Não importa ganhar, o importante é se divertir.

 

 

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Pueri Domus lança segunda fase do Pueri VideoLab com a participação de Pyoung Lee

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Pyoung Lee

 

O Pueri Domus acaba de lançar a segunda fase do projeto Pueri VideoLab, que dá oportunidade para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II à 2ª série do Ensino Médio de aprender a produzir, gravar e até monetizar vídeos no YouTube. Para o lançamento, que aconteceu no último dia 16 de agosto, tivemos a participação de uma das pessoas que mais entendem do assunto, o youtuber Pyong Lee.

 

Com 23 anos, coreano, formado em Direito e mágico profissional, antes de se tornar youtuber Pyong trabalhou em emissoras de TV como o SBT. Hoje é uma das figuras mais populares do YouTube e tem mais de 2 milhões de inscritos em seu canal “Pyoung Lee”, onde posta vídeos engraçadíssimos de hipnose e mágica.

 

Em sua visita ao Pueri Domus, ele conheceu o laboratório do Pueri VideoLab, bateu um papo com os alunos e conversou com o Blog do Pueri. Confira:

 

Pueri Domus – O que você achou do Pueri VideoLab? Gostou?

Pyong Lee – Achei muito inovador, incrível porque o Pueri Domus é um colégio tradicional que proporcionou esse avanço, essa oportunidade para a galera, e se atualizou dessa forma. Hoje muita gente ainda tem preconceito, não sabe o que é o YouTube, a profissão ‘youtuber’, internet, vídeos… Dar oportunidade aos alunos que assistem outros youtubers e desejam aprender e ser um influenciador e um criador digital é muito legal. O Pueri Domus é pioneiro nisso e ter um colégio que incentive isso é muito bom.

 

PD – Você é a prova viva de que o YouTube pode ser uma grande oportunidade profissional, não é mesmo?

P – Isso é uma realidade agora, já é uma profissão. E muita gente não tem ideia do tamanho, da dimensão disso. Para se ter uma ideia, vários youtubers com os quais tenho contato e com os quais trabalho junto ganham muito mais do que atores globais. A Kéfera, por exemplo, já ganha mais que o Rodrigo Santoro. É um trabalho que na verdade é empreendedor. O youtuber é um empreendedor que faz vídeos, que cria conteúdos, que vira uma celebridade, que é convidado para eventos, palestras, shows, ‘vira’ livros, recebe por licenciamento de produtos, cria conteúdo para a TV, cria conteúdo para a Netflix, etc. É um negócio tão gigante que as pessoas não têm ideia. Acho que, das novas, esta é a melhor profissão e a mais divertida, ao mesmo tempo em que gera tantos frutos, tantas oportunidades. Os jovens que querem iniciar nesse universo têm que entrar com essa cabeça, de que é um negócio mesmo, e tem que levar a sério.

 

PD – Que dica você dá para os jovens que desejam ser youtubers como você?

P – Primeiro de tudo tem que ter paixão pelo que faz e muita dedicação, porque não é fácil. As pessoas acham que é fácil porque “é só gravar vídeo, ganhar dinheiro, ficar famoso, viajar”, mas na verdade é algo que exige muito: muita coisa para entregar, responsabilidade com marcas grandes, responsabilidade geral. Não é uma brincadeira. Tem que ter uma regularidade, trabalhar todos os dias, você não tem horário. É muito cansativo, mas também é muito recompensador. Quem for começar tem que levar a sério, pois é um trabalho como qualquer outro, uma ‘empresa’, uma profissão. Tem que se dedicar, não desistir, fazer um controle de qualidade do conteúdo. Quanto mais inovador e diversificado o conteúdo, mais chance de dar certo. Enfim, o segredo é responsabilidade e paixão pelo que faz.

Confira os resultados da ‘XXVI Olimpíada de Integração – Pueri Domus 2016”

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A última semana no Pueri Domus, de 14 a 21 de maio, foi marcada pelos jogos da ‘XXVI Olimpíada de Integração – Pueri Domus 2016’. Participaram das disputas alunos de 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio das quatro unidades: Verbo Divino, Aclimação, Itaim e Aldeia da Serra.

 

Neste ano os alunos competiram em 12 modalidades: basquete, futsal, handebol, vôlei, xadrez, dodgeball, revezamento, badminton, base 4, dança, cabo de guerra e tchoukball.

 

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Entre os objetivos da Olimpíada de Integração estão: favorecer o entendimento de atitudes cooperativas e competitivas por meio de jogos e esportes, além de proporcionar integração entre as unidades.

 

Confira os resultados gerais (classificação pela soma de pontos obtidos em cada modalidade):

 

6º Ano

1º lugar – 6º Global – Verbo Divino

2º lugar – 6º A – Verbo Divino

3º lugar – 6º A – Aldeia da Serra

4º lugar – 6º A – Itaim

5º lugar – 6º B – Verbo Divino

6º lugar – 6º A – Aclimação

Fair Play – 6ª A – Aclimação

 

7º Ano

1º lugar – 7º Global – Verbo Divino

2º lugar – 7º B – Verbo Divino

3º lugar – 7º A – Verbo Divino

4º lugar – 7º A – Itaim

5º lugar – 7º A – Aldeia da Serra

6º lugar – 7º A – Aclimação

Fair Play – 7º A – Aclimação

 

8º Ano

1º lugar – 8º Global – Verbo Divino

2º lugar – 8º B – Verbo Divino

3º lugar – 8º A – Itaim

4º lugar – 8º A – Verbo Divino

5º lugar – 8º A – Aldeia da Serra

6º lugar – 8º A – Aclimação

Fair Play – 8º A – Aclimação

 

9º Ano

1º lugar – 9ºA Global – Verbo Divino

2º lugar – 9º A – Aldeia da Serra

3º lugar – 9ºB Global – Verbo Divino

4º lugar – 9º A – Itaim

Fair Play – 9º A – Aldeia da Serra

 

Ensino Médio

1º lugar – 2ºA – Aldeia da Serra

2º lugar – 3º B – Verbo Divino

3º lugar – 3ºA – Itaim

4º lugar – 2º B – Verbo Divino

5º lugar – 1ºA – Verbo Divino

6º lugar – 2ºA – Itaim

7º lugar – 1ºB – Verbo Divino

7º lugar – 3º A – Verbo Divino

9º lugar – 2ºA – Verbo Divino

10º lugar – 1ºA – Aldeia da Serra

11º lugar – 1ºA – Itaim

Fair Play – 3ºA – Verbo Divino

 

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Biblioteca da unidade Aldeia da Serra ganha ‘Árvore da Leitura’ e ‘Castelo das Histórias’

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A leitura é uma das principais bases para o crescimento e desenvolvimento cultural das crianças. Pensando nisso, o Pueri Domus – Unidade Aldeia da Serra, criou a ‘Árvore da Leitura’ e o ‘Castelo das Histórias’ na biblioteca do Ensino Fundamental I. São projetos que visam estimular nos alunos o interesse pelos livros e pelas histórias que eles escolheram para ler.

 

A ‘Árvore da Leitura’ é um grande painel em formato de árvore, cujos galhos são preenchidos com folhinhas pelas crianças que frequentam o espaço. “Elas emprestam os livros da biblioteca e, no momento da devolução, ao contarem sobre as histórias que leram, ganham uma folha de E.V.A. com o seu nome e o título do livro lido”, explica Noélia Fiuza, responsável pela biblioteca. “Quanto mais livros são lidos, mais folhas o galho ganha e mais bonita fica nossa árvore”, diz.

 

Já o ‘Castelo das Histórias’ é um grande mural em formato de castelo, construído ‘tijolinho por tijolinho’ com E.V.A. Parecido com o que é feito na ‘Árvore da Leitura’, na devolução do livro emprestado, a criança reconhece o personagem principal da história que leu e faz um desenho, que é pendurado no castelo.

 

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“Todos devem incentivar as crianças a lerem sem que haja qualquer premiação ou troca. Assim elas acabam lendo pelo prazer que a leitura proporciona”, recomenda Noélia.

 

“A ‘Árvore da Leitura’ e o ‘Castelo das Histórias’ são iniciativas criativas que ajudam as crianças a desenvolverem, desde o início da vida escolar, o importante hábito da leitura”, conclui a Prof.ª Denise Krein, diretora da unidade.

 

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Alunos do Pueri Domus estudam Aedes Aegypti e levam para casa informações de combate ao mosquito

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Durante o mês de março o laboratório de Ciências da Escola Pueri Domus, unidade Aclimação, se transformou em uma verdadeira oficina de combate ao Aedes Aegypti. Alunos do 1º ao 8º ano utilizaram o espaço para estudar o tema e descobrir como evitar a procriação do mosquito transmissor da Dengue, febre Chikungunya e vírus Zika. Além do aprendizado, os alunos levaram para casa uma importante missão: compartilhar as informações com a família e engajar todos na eliminação de possíveis criadouros.

 

A aula especial foi preparada pelo biólogo Emerson Cleber Bortolin, responsável pelo laboratório de Ciências da unidade. “Começamos conversando sobre o ciclo de vida do mosquito, explicando que o ovo se torna larva e se desenvolve quando entra em contato com a água, e o que fazer para evitar que a larva se torne mosquito”, conta.

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Para preparar as aulas, Bortolin amparou-se nas recentes pesquisas a respeito do tema em institutos nacionais e internacionais, como o Instituto Oswaldo Cruz. Utilizando materiais informativos, vídeos e lousa digital, o biólogo adaptou o conteúdo de acordo com a faixa etária, mas todas as turmas receberam uma tarefa em comum: propor à família que dedique 10 minutos do dia para investigar possíveis focos na própria casa.

 

Top Science

 

A atividade faz parte de um projeto do Pueri Domus, unidade Aclimação, chamado Top Science, que visa disseminar o estudo das Ciências entre os alunos. Ao longo do ano os estudantes trabalharão com um tema científico diferente a cada mês, entre eles: água, poluição, formas de energia, inteligência artificial, etc.

 

“Estabelecemos para 2016 temas geradores que abordem a Ciência de um modo prático e contextualizado para cada faixa etária. Para tal, utilizamos o laboratório como instrumento mobilizador para o envolvimento dos alunos a estes  grandes temas. Desse modo, estreitamos  a ciência à cotidianidade do aluno, permitindo o desenvolvimento do caráter investigativo, tão importante para o desenvolvimento do indivíduo”, explica Hélia Sanches, diretora da unidade.

 

Top Science é um espaço de aprendizagem em que os próprios alunos debatem e elegem os temas a serem abordados durante o ano. “O Aedes Aegypti não poderia deixar de ser o primeiro tema a ser investigado. Muitas descobertas nos aguardam”, diz Hélia.

Aula Aedes Aegypti

No Pueri Domus, Minecraft também é ferramenta de ensino

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Com certeza você conhece ou já ouviu falar do Minecraft, um jogo eletrônico da Microsoft que permite a construção de mundos e personagens por meio de blocos. Sucesso entre a garotada, no Pueri Domus ele é muito mais do que um jogo. É usado como ferramenta de ensino em sala de aula em diferentes disciplinas – e têm sido eficiente nessa função.

 

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O professor de Raciocínio Lógico e coordenador do Projeto Digital da escola, Antonio Carlos do Nascimento Neto, conta como tira proveito do jogo para ensinar e trabalhar com os alunos questões como trabalho em equipe, capacidade de resolver problemas, senso de responsabilidade, etc. Confira:

 

Pueri Domus – Desde quando o Minecraft é usado em sala de aula no Pueri Domus? De que forma ele é usado?

Antonio – O Minecraft foi utilizado pela primeira vez no ano passado, 2015, em duas disciplinas diferentes: Raciocínio Lógico e Social Studies, ambos no 6º ano. O uso é dentro da sala de aula, em grupos de até cinco alunos, e eles trabalham em conjunto, ou seja, cada grupo desenvolve o seu trabalho em um único mundo virtual, conectando seus iPads via Wi-Fi.

 

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PD – Como o jogo pode ser um aliado no ensino?

A – Ele tem um potencial enorme, em diversos segmentos. Como o jogo não tem um objetivo específico, professores de diversas disciplinas podem utilizar para ensinar o que desejam. Existem muitos trabalhos pelo mundo que mostram isso, desde o ensino de história e línguas até mesmo ao ensino de biologia e física quântica! Além da questão cognitiva, o jogo desenvolve nos alunos competências sócio emocionais, intrapessoais e interpessoais. Exemplificando:  Senso de responsabilidade, trabalho em equipe, iniciativa, liderança, perseverança, capacidade de resolver problemas e de expressar suas ideias. Essas e muitas outras competências podem ser trabalhadas e desenvolvidas através do Minecraft, bem como através de outros jogos. O professor precisa conhecer muito bem a ferramenta para poder criar suas aulas, e ele pode fazer com a ajuda de seus próprios alunos.

 

PD – Exemplifique de que forma o Minecraft já foi utilizado na escola e os resultados do trabalho.

A –Foram dois projetos diferentes. O de Raciocínio Lógico foi chamado de “Escola dos Sonhos”. Em grupos de até 4 alunos, eles primeiro tiveram que responder um questionário com 11 questões através do Mosyle, com perguntas do tipo: “o que você aprende nesta escola?”, “Como são os espaços de aprendizagem?”, “existem professores?”, “qual o motivo dessa escola ainda não existir? Ou ela já existe?”. Essas perguntas serviram de guia e como parte estrutural importante da 2ª etapa do trabalho, que era montar esta escola dos sonhos dentro do jogo Minecraft. Assim, os alunos tiveram que criar as salas de aulas, pátios, laboratórios e tudo mais que descreveram nas perguntas. Depois da criação, cada grupo apresentou seu trabalho na lousa digital, espelhando a imagem dos seus iPads.

Já no projeto de Social Studies, mais divertido e complexo, a professora Andrea Nastari buscou inovar, transformando uma atividade que ela já realizava em maquetes em um mundo virtual no Minecraft. Os alunos, também em grupos, recriaram no jogo os diferentes ambientes de cada uma das civilizações. Por exemplo, um grupo ficou responsabilizado por montar como era um ambiente quando o homem deixou de ser nômade e construiu suas primeiras casas. Toda a estrutura foi recriada, desde as casas perto de rios até os animais dos quais eles se alimentavam. Depois, eles usaram um programa de captura de tela e narraram o vídeo, explicando como os homens viviam naquela época e porquê. A professora, no final, juntou todos os vídeos, formando um único arquivo com todos os pontos trabalhados.

 

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PD – Os alunos gostam? Eles não acabam dispersando ao utilizar o jogo em sala de aula?

A – Eles adoram! E a situação chega até a ser engraçada. Quando eu falo para eles que vamos utilizar o jogo, eles ficam surpresos, felizes, mas não entendem muito bem como podem aprender algo com aquilo. Eles querem se divertir. Anos atrás, eu realizei projetos com outros jogos que não deram certo, pois os objetivos e limites não foram bem traçados, e aula acabou ficando o jogo pelo jogo. E é neste ponto que o professor deve atuar, delimitando muito bem os limites e deixando muito claro quais são os objetivos de cada uma das etapas do processo.

 

PD- Além do Minecraft, que outros recursos, aplicativos, jogos, etc, o Pueri Domus utiliza em sala de aula?

A – Existem dezenas de aplicativos e jogos que os professores do Pueri Domus utilizam. Primeiramente, temos 230 aplicativos educacionais exclusivos do grupo SEB, que professores e alunos usam com frequência. Usamos também aplicativos para a montagem mapas mentais e brainstorming, jogos para ensinar sobre empreendedorismo, sustentabilidade e energia, aplicativos para a criação de livros, desenhos, vídeos e animações, e até mesmo aplicativos para aprender a programar.

 

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Fotos: Vinícius Freaza/Grupo SEB

 

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