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Ensino Fundamental II

Conheça cinco personagens curiosos do folclore brasileiro

Por ser parte integrante da cultura de um país, a Unesco considera o folclore Patrimônio Cultural Imaterial e objeto que demanda esforços para preservação. Ao mantê-lo vivo e presente na sociedade, garantimos que as próximas gerações desfrutem o encantamento que ele tem proporcionado de geração em geração.

No Brasil, há até uma data instituída como Dia do Folclore. É em 22 de agosto, uma referência ao dia, em 1946, que foi publicada uma carta do escritor inglês William John Thoms, na revista The Atheneum e que trazia o termo criado por ele: folk (povo) e lore (conhecimento, saber).

Boitatá, Curupira, Saci, Iara, Boto Cor-de-Rosa, Lobisomem são alguns famosos personagens do folclore brasileiro, considerado um dos mais ricos do mundo. Há muitos outros, tanto que o portal Sites e Dicas traz um resumo dos principais mitos, lendas e personagens classificados por estados. Vale a pena acessá-lo para ler com as crianças as histórias.

Na lista a seguir, reunimos cinco curiosos personagens do folclore brasileiro:

Projeto Empreendedorismo Social transforma instituição em Extrema/MG

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Há 8 anos a disciplina Empreendedorismo Social integra a grade curricular da Escola Bilíngue Pueri Domus. Desde então, oito comunidades foram beneficiadas e mais de 700 alunos participaram de transformações em instituições que atendem jovens carentes. Em 2019 foi a vez do Centro de Integração Especial (Crie), filiado à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Extrema, em Minas Gerais.

 

Os alunos fizeram duas visitas ao Crie. Na primeira, em maio, se reuniram com representantes da instituição para debater as melhorias possíveis. E na segunda, em junho, colocaram a mão na massa para concretizar as reformas. Com elas, o Centro ganhou um jardim sensorial, nova área de convivência para famílias esperarem enquanto as crianças estão em tratamento, o campinho foi recuperado e o jardim recebeu novas mudas de mata nativa, ação feita em parceria com a ONG Conservadores das Águas.

 

A atividade tem como objetivo estimular os alunos a pensarem no que desejam do futuro e torná-los personagens atuantes na transformação de comunidades carentes, colocando em prática todo o aprendizado conquistado na sala de aula. As visitas às instituições são as aulas práticas e acontecem sempre naquelas que atuam em comunidades.

 

Depois da primeira visita, a de identificação de necessidades, os alunos têm um mês para levantar os recursos necessários para fazer a transformação. “A comunidade também recebe uma tarefa, afinal, a atividade é feita com ela e não para ela”, explica o professor Giuliano Rossini, coordenador de Projetos Sociais do Pueri Domus.

 

Como os estudantes precisam colocar em prática as habilidades empreendedoras, eles não podem comprar nada com recursos próprios e, sim, captar recursos ou doações junto a empresas. No retorno à comunidade, durante três dias eles colocam a mão na massa pintando paredes, limpando áreas, decorando e tudo que for necessário para fazer o sonho acontecer.

 

“Nós definimos introduzir a disciplina na grade curricular do 8º ano porque entendemos que nesta faixa etária é um momento importante do desenvolvimento socioemocional dos jovens. Com 13 anos, eles estão mais egocêntricos, este é o momento ideal para formação de valores e caráter. Então, as aulas de empreendedorismo social e a atividade extraclasse os ajudam a saírem da bolha que vivem, olharem para o lado e conhecerem outras realidades”, explica Giuliano.

 

De acordo com o professor, a matéria é uma sementinha que leva os estudantes a se envolverem cada vez mais com projetos, inclusive dentro da escola. No segundo semestre eles criam projetos sociais de menor impacto, com 100% de autonomia. A apresentação das ações é feita na Estação Cultura, similar a uma mostra cultural que acontece em cada unidade em datas diferentes.

7º ano do Itaim prepara documentário sobre alimentação, saúde, bem-estar e vida saudável

As aulas de ‘Saúde’ inspiraram os alunos do 7º ano da unidade Itaim a produzirem um documentário sobre alimentação, nutrição e vida saudável. A iniciativa partiu dos próprios estudantes, que contam com a orientação da professora Katia Aparecida de Castro.

 

A ideia surgiu depois que o grupo assistiu o documentário “Muito além do peso” (disponível no YouTube) da cineasta Estela Renner, que analisa a qualidade da alimentação infantil e os efeitos da publicidade de alimentos.

 

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Inicialmente os alunos estudaram o gênero ‘documentário’. “Ao longo das aulas nós víamos as cenas, documentávamos e registrávamos desde as falas dos personagens, o posicionamento das câmeras e os conceitos envolvidos no vídeo”, relata a professora. Em seguida a turma decidiu quais seriam os temas a serem abordados: anorexia, bulimia, obesidade, saúde bucal e doenças relacionadas ao trato respiratório.

 

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Para produzir o trabalho, os alunos estão utilizando conceitos que foram estudados durante as aulas de ‘Saúde’ e que ainda serão estudados ao longo do ano. O processo inclui reuniões de pauta, planejamento, cronograma, produção de roteiro, entrevistas, filmagens e edição. A sala foi dividida em grupos de acordo com a aptidão dos alunos: trabalharão juntos na produção do roteiro os alunos que têm mais afinidade com esta atividade; trabalharão com a edição os alunos que preferem atuar nesta etapa e assim por diante.

 

“Nossa ideia é que, antes do encerramento do semestre, já tenhamos concluído um pré-projeto. Em agosto, após as férias, estudaremos os pré-projetos, produziremos o roteiro e iniciaremos a filmagem das cenas. O plano é apresentar o documentário em novembro durante a Estação Cultura”, conta Katia.

 

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Pueri Domus ganha Prêmio Aberje pelo projeto Pueri VideoLab

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O projeto Pueri VideoLab rendeu à Escola Pueri Domus e à sua agência parceira, a 301.yt, a vitória na categoria “Mídia Audiovisual” do Prêmio Aberje 2016, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, que, em sua 42a edição, sustenta o título de mais tradicional reconhecimento das melhores práticas da comunicação empresarial brasileira. A cerimônia ocorreu no último dia 24 de novembro, no Buffet França, em São Paulo.

 

O Pueri VideoLab inspira-se nos YouTube Spaces, estúdios com equipamentos de última geração que são disponibilizados para que criadores de conteúdo em vídeo contem com todo o apoio para desenvolver suas produções. O laboratório se localiza na unidade Verbo Divino, mas está aberto a alunos de todas as unidades da rede. Equipamentos profissionais e recursos para a produção e edição de conteúdos audiovisuais – como as mais avançadas câmeras, sets de iluminação, ilha de edição, e fundo infinito, por exemplo – estão à disposição para a produção não só de trabalhos diretamente ligados às suas aulas, mas também para atividades que contribuam com o desenvolvimento dos alunos em atividades extracurriculares.

 

Especialmente para os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental à 2ª série do Ensino Médio, há aulas que contam com a orientação de profissionais youtubers. Nelas, os alunos aprendem como roteirizar, produzir, gravar, atuar, editar, administrar e até mesmo a monetizar seus próprios canais no YouTube. O projeto está em sua segunda temporada.

 

“O Pueri VideoLab consome a maior parte do investimento publicitário para divulgação do Pueri Domus. Entendemos que ao convidar os alunos a protagonizarem a produção desta divulgação tornaríamos esse discurso muito mais legítimo e poderoso, pois não contaríamos somente com conteúdos audiovisuais de alta qualidade, apresentaríamos simultaneamente os cidadãos criativos, responsáveis e preparados para as competências do século XXI que a escola tem conseguido formar. Nesse sentido, muito mais que uma ferramenta de Marketing, o projeto é um ativo pedagógico da escola, cujo maior beneficiado é o aluno”, aponta Leandro Martins, diretor de Marketing do Grupo SEB, mantenedor da Escola Pueri Domus.

Projeto de professora da unidade Itaim é selecionado para congresso InovaEduca 3.0

A professora de Ciências da unidade Itaim, Kátia Aparecida de Castro, sempre foi adepta de práticas diferentes de ensino em sala de aula, como as propostas pelo conceito GrowUp, adotado pela Escola Pueri Domus, em que o aluno é o protagonista de seu aprendizado e o professor um curador das informações. E resolveu documentar em vídeo uma atividade de Citologia que realizou com alunos do 8º ano. A prática foi considerada tão inovadora que o vídeo foi selecionado para ser apresentado no IV Congresso InovaEduca 3.0, que destaca iniciativas diferentes em sala de aula com uso de novas tecnologias.

 

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O vídeo da professora Kátia, que foi produzido com ajuda dos próprios alunos, será apresentado na próxima quarta-feira, dia 9 de novembro, no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo, como parte da programação do congresso. Apenas seis projetos foram selecionados em todo o Brasil.

 

Segundo a professora, a sequência didática que gerou o vídeo partiu da leitura prévia sobre Citologia, da listagem de conceitos sobre o assunto, debate e construção de maquetes com o uso de sucatas. Em seguida, os alunos socializaram as informações pesquisadas na sala GrowUp e participaram de um game no qual tinham que resolver exercícios em equipes. “Embora Citologia seja um tema um pouco complexo para o Ensino Fundamental II, foi muito divertido e os alunos realmente aprenderam”, conta Katia.

 

“Acredito muito nesse formato [de aula]. Toda a experiência que eu tenho em que o protagonista é o aluno, em que a aula é mais dialogada, que sai daquele modelo expositivo, com certeza funciona. Nós já trabalhamos este conceito há bastante tempo. É algo que já está no nosso DNA. E agora temos um recurso a mais, as salas GrowUp, e todo mundo falando a mesma linguagem”, diz a professora.

 

Conceito GrowUp

 

Adotado pelo Pueri Domus há um ano, o conceito GrowUp propõe um novo jeito de ensinar e de aprender, partindo do princípio de que se as gerações, o mercado de trabalho, a comunicação e a sociedade se transformam, a educação precisa estar à frente dessa evolução.

 

Neste novo conceito o professor é um organizador e facilitador, enquanto que o aluno é agente de sua formação. Sua motivação é pessoal, pois seu interesse e sua curiosidade são estimulados constantemente na busca por uma formação completa. Para isso, as salas de aula ganham um formato diferente: as lousas são móveis e podem ser usadas em qualquer lugar; os móveis são modulares e se encaixam de diferentes formas para estudo em grupo ou individual; há conexão de rede wi-fi e uso significativo de tecnologia.

 

Nas aulas GrowUp os alunos acessam os conteúdos em diferentes plataformas e de várias maneiras, por exemplo: livros, web, professores, colegas, aplicativos, games e redes sociais. Os professores elaboram dinâmicas, estabelecem regras, fases e pontuação para promover maior engajamento dos alunos e dos grupos nas atividades.

Atividade na aula de Português vira campanha de doação de livros na unidade Aclimação

O que era para ser uma simples atividade na aula de Português do 7º ano da unidade Aclimação da Escola Pueri Domus, tornou-se uma campanha de doação de livros que beneficiará dezenas de crianças de uma instituição do bairro. A iniciativa é da professora Nanci de Souza Vallezi e dos próprios alunos, que organizaram a ação.

 

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“Trabalhávamos o gênero anúncio publicitário nas aulas de redação e levei a proposta de fazerem uma campanha de doação de livros para alguma instituição”, conta a professora. “Cada aluno produziu a campanha com seu próprio texto e imagem, e espalhamos quatro caixas coletoras pela escola. Os alunos também passaram nas outras salas para reforçar a comunicação”, relata.

 

Os livros arrecadados serão destinados à Casa Ninho, instituição que presta apoio a crianças carentes com câncer, que fica próxima à escola. Além de entregarem os livros pessoalmente, os alunos do 7º ano farão uma contação de histórias para os pequenos.

 

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“O Pueri Domus é uma escola que se propõe a educar e desenvolver seus alunos acadêmica e socialmente. Priorizamos formar indivíduos culturalmente inseridos, que entendam e usem seus conhecimentos com responsabilidade e que sejam agentes de transformação social. Esta iniciativa é um exemplo disso”, comenta a diretora da escola, Hélia Sanches Thomazinho.

 

A entrega dos livros será feita na segunda quinzena de novembro. Até lá, quem quiser pode contribuir com um livro infantil paradidático em bom estado. A unidade Aclimação fica ao lado do Parque da Aclimação, na Rua Muniz de Souza, 1051.

 

Pueri Domus lança segunda fase do Pueri VideoLab com a participação de Pyoung Lee

 

Pyoung Lee

 

O Pueri Domus acaba de lançar a segunda fase do projeto Pueri VideoLab, que dá oportunidade para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II à 2ª série do Ensino Médio de aprender a produzir, gravar e até monetizar vídeos no YouTube. Para o lançamento, que aconteceu no último dia 16 de agosto, tivemos a participação de uma das pessoas que mais entendem do assunto, o youtuber Pyong Lee.

 

Com 23 anos, coreano, formado em Direito e mágico profissional, antes de se tornar youtuber Pyong trabalhou em emissoras de TV como o SBT. Hoje é uma das figuras mais populares do YouTube e tem mais de 2 milhões de inscritos em seu canal “Pyoung Lee”, onde posta vídeos engraçadíssimos de hipnose e mágica.

 

Em sua visita ao Pueri Domus, ele conheceu o laboratório do Pueri VideoLab, bateu um papo com os alunos e conversou com o Blog do Pueri. Confira:

 

Pueri Domus – O que você achou do Pueri VideoLab? Gostou?

Pyong Lee – Achei muito inovador, incrível porque o Pueri Domus é um colégio tradicional que proporcionou esse avanço, essa oportunidade para a galera, e se atualizou dessa forma. Hoje muita gente ainda tem preconceito, não sabe o que é o YouTube, a profissão ‘youtuber’, internet, vídeos… Dar oportunidade aos alunos que assistem outros youtubers e desejam aprender e ser um influenciador e um criador digital é muito legal. O Pueri Domus é pioneiro nisso e ter um colégio que incentive isso é muito bom.

 

PD – Você é a prova viva de que o YouTube pode ser uma grande oportunidade profissional, não é mesmo?

P – Isso é uma realidade agora, já é uma profissão. E muita gente não tem ideia do tamanho, da dimensão disso. Para se ter uma ideia, vários youtubers com os quais tenho contato e com os quais trabalho junto ganham muito mais do que atores globais. A Kéfera, por exemplo, já ganha mais que o Rodrigo Santoro. É um trabalho que na verdade é empreendedor. O youtuber é um empreendedor que faz vídeos, que cria conteúdos, que vira uma celebridade, que é convidado para eventos, palestras, shows, ‘vira’ livros, recebe por licenciamento de produtos, cria conteúdo para a TV, cria conteúdo para a Netflix, etc. É um negócio tão gigante que as pessoas não têm ideia. Acho que, das novas, esta é a melhor profissão e a mais divertida, ao mesmo tempo em que gera tantos frutos, tantas oportunidades. Os jovens que querem iniciar nesse universo têm que entrar com essa cabeça, de que é um negócio mesmo, e tem que levar a sério.

 

PD – Que dica você dá para os jovens que desejam ser youtubers como você?

P – Primeiro de tudo tem que ter paixão pelo que faz e muita dedicação, porque não é fácil. As pessoas acham que é fácil porque “é só gravar vídeo, ganhar dinheiro, ficar famoso, viajar”, mas na verdade é algo que exige muito: muita coisa para entregar, responsabilidade com marcas grandes, responsabilidade geral. Não é uma brincadeira. Tem que ter uma regularidade, trabalhar todos os dias, você não tem horário. É muito cansativo, mas também é muito recompensador. Quem for começar tem que levar a sério, pois é um trabalho como qualquer outro, uma ‘empresa’, uma profissão. Tem que se dedicar, não desistir, fazer um controle de qualidade do conteúdo. Quanto mais inovador e diversificado o conteúdo, mais chance de dar certo. Enfim, o segredo é responsabilidade e paixão pelo que faz.

Alunos do Pueri Domus estudam Aedes Aegypti e levam para casa informações de combate ao mosquito

Durante o mês de março o laboratório de Ciências da Escola Pueri Domus, unidade Aclimação, se transformou em uma verdadeira oficina de combate ao Aedes Aegypti. Alunos do 1º ao 8º ano utilizaram o espaço para estudar o tema e descobrir como evitar a procriação do mosquito transmissor da Dengue, febre Chikungunya e vírus Zika. Além do aprendizado, os alunos levaram para casa uma importante missão: compartilhar as informações com a família e engajar todos na eliminação de possíveis criadouros.

 

A aula especial foi preparada pelo biólogo Emerson Cleber Bortolin, responsável pelo laboratório de Ciências da unidade. “Começamos conversando sobre o ciclo de vida do mosquito, explicando que o ovo se torna larva e se desenvolve quando entra em contato com a água, e o que fazer para evitar que a larva se torne mosquito”, conta.

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Para preparar as aulas, Bortolin amparou-se nas recentes pesquisas a respeito do tema em institutos nacionais e internacionais, como o Instituto Oswaldo Cruz. Utilizando materiais informativos, vídeos e lousa digital, o biólogo adaptou o conteúdo de acordo com a faixa etária, mas todas as turmas receberam uma tarefa em comum: propor à família que dedique 10 minutos do dia para investigar possíveis focos na própria casa.

 

Top Science

 

A atividade faz parte de um projeto do Pueri Domus, unidade Aclimação, chamado Top Science, que visa disseminar o estudo das Ciências entre os alunos. Ao longo do ano os estudantes trabalharão com um tema científico diferente a cada mês, entre eles: água, poluição, formas de energia, inteligência artificial, etc.

 

“Estabelecemos para 2016 temas geradores que abordem a Ciência de um modo prático e contextualizado para cada faixa etária. Para tal, utilizamos o laboratório como instrumento mobilizador para o envolvimento dos alunos a estes  grandes temas. Desse modo, estreitamos  a ciência à cotidianidade do aluno, permitindo o desenvolvimento do caráter investigativo, tão importante para o desenvolvimento do indivíduo”, explica Hélia Sanches, diretora da unidade.

 

Top Science é um espaço de aprendizagem em que os próprios alunos debatem e elegem os temas a serem abordados durante o ano. “O Aedes Aegypti não poderia deixar de ser o primeiro tema a ser investigado. Muitas descobertas nos aguardam”, diz Hélia.

Aula Aedes Aegypti

Sobrevivente do holocausto conta sua história a alunos de 8º ano

Mais de 9 milhões de judeus viviam na Europa até 1933 e, em 1945, no final da 2ª Guerra Mundial, quase todos eles haviam sido mortos pelos nazistas – muitos assassinados nas ruas ou em seus esconderijos e a maioria em campos de concentração.

 

Uma sobrevivente dessa história trágica esteve no Pueri Domus – Unidade Verbo Divino, na manhã desta quinta-feira, 3, para conversar com alunos dos oitavos anos que estão lendo o livro “O Diário de Anne Frank” como parte das atividades de Língua Portuguesa. A holandesa Nanette Blitz Konig, que foi amiga de Frank e também tem um livro – “Eu sobrevivi ao holocausto” (editora Universo dos Livros) contou um pouco de sua trajetória no campo Bergen-Belsen, das condições em que vivia lá e como superou esse trauma.

Livro

“Quando fomos tirados de casa [Nanette e sua família] já sabíamos que essa hora iria chegar. Já estávamos preparados com algumas coisas. Fomos levados a um campo holandês chamado Westerbork, para onde os judeus do país eram levados antes da ida para os campos de extermínio. Depois fomos encaminhados a Bergen-Belsen, onde as condições eram deploráveis. A vida lá era uma constante luta pela sobrevivência”.

 

“Era um clima de repressão tremenda. Lembro-me dos guardas agressivos e dos cachorros que eram treinados para atacar e matar, dos quais eu tinha muito medo. Passávamos horas e horas em pé, esperando a contagem, enquanto ouvíamos ameaças. Uma vez um guarda apontou uma arma para mim. Nessa época, depois de tudo o que já havíamos passado, eu já estava indiferente em relação à morte. E acho que foi essa reação de indiferença que me salvou. Ao invés de atirar em mim, o guarda atirou para o alto”, relatou.

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Nanette contou que viveu estes e muitos outros momentos de horror e que só escapou de Bergen-Belsen quando as tropas britânicas assumiram o controle do campo, em 1945, e os sobreviventes foram libertados. Debilitada, passou três anos hospitalizada, sem perspectiva nenhuma de futuro. “Fiquei desesperada quando soube que tinha sido a única pessoa da minha família a sobreviver. Sem saúde e sem dinheiro, achei que enlouqueceria. Mas pensei comigo que ninguém iria querer uma órfã louca, e me dei conta de que teria que seguir a vida”.

 

Mesmo depois de tudo o que passou, Nanette se reergueu e retomou os estudos. Já no Brasil, aprendeu a escrever e a falar Português lendo jornais, terminou o 2º Grau quando já era avó e ainda se formou em Economia pela PUC. No Pueri Domus, deixou um recado importantíssimo aos alunos: “nunca é tarde para estudar. Mas enquanto são novos, leiam bastante, leiam jornais, se informem. Isso fará a diferença na hora do Enem e do vestibular, e também na vida de vocês”.

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De frente com o Pueri – Débora Souza

No “De frente com o Pueri” nossos colaboradores vem nos contar sua trajetória de vida, tanto pessoal quanto profissional. Assim conhecemos um pouco mais sobre os membros da nossa família Pueri Domus. Nesta semana a Débora Souza, telefonista na Unidade Verbo Divino, é quem abre seu diário e nos conta tudo.

 

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Há 16 anos começava a história de Débora Souza no Pueri Domus. Uma vaga como Auxiliar de Serviços Gerais era o seu primeiro emprego, após sua chegada de Iassú – Bahia. Com 23 anos na época, ela diz que foi muito bem acolhida pelos colaboradores e alunos, que sempre a abraçam e cumprimentam até hoje.

 

Um ano se passou e Débora foi promovida. Seu novo cargo era telefonista/recepcionista/assistente/ajudante do Pueri Domus de diversas formas. Certa vez, até uma mãe perguntou a ela “Qual seu setor? Vejo seu rostinho sempre em tantos lugares diferentes”. Segundo a Débora ela gosta desse dinamismo, de sempre ajudar no que se precisa, desde os telefonemas até receber os alunos na entrada da escola.

 

Esta baiana chegou a São Paulo com formação em Magistério no currículo e com mais alguns anos, estava formada em Pedagogia. E não para por aí. Seu próximo passo é aprender a falar Inglês, inclusive suas aulas começam a partir do mês que vem.

 

O filho, Rodrigo, estuda no Pueri Domus. Está no 7º ano, muito bem adaptado e cercado de bons amigos, segundo a mãe. Os desejos de Débora mais cultivados no momento são ver o filho formado, terminar seu curso de inglês e continuar a fazer várias delícias na cozinha, que é o seu hobby favorito.

 

“Pueri Domus, Débora, bom dia” essa é uma frase que Débora fala frequentemente, mas o que seu marido, Joilson, não esperava é que ela dissesse isso um dia desses num pulo ao acordar de um sonho. “Você dorme e acorda com o Pueri né” – disse ele e sorriu. Débora sorriu também, por que é isso, para ela o Pueri é sua segunda casa, é uma família.

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